UMA PALAVRA E MUITAS BÊNÇÃOS – RABINO ILAN STIEFELMANN | Glorinha Cohen

UMA PALAVRA E MUITAS BÊNÇÃOS – RABINO ILAN STIEFELMANN

ILAN STIEFELMANN

Podemos não ter muito tempo ou dinheiro para ajudar outros. Mas todos nós podemos tirar uns segundos para dizer algo positivo a alguém ou cumprimentar o vizinho, o lixeiro ou o carteiro com um sorriso.


Bondade é um dos aspectos principais de nossa tradição. Existem, porém, muitas maneiras de se dar. Podemos ajudar alguém em necessidade com algo tangível como dinheiro ou presentes. Outra forma de bondade, de igual importância, é tempo. Usar tempo orientando, motivando, ou sendo “apenas” um ouvinte são todas formas legítimas de cumprir essa importante Mitzvá.

Mas existe outra forma de dar que é possivelmente mais poderosa e importante. Demanda muito pouco esforço e mesmo assim não recebe a atenção e importância devida.
Simplesmente dizer algo – não precisa ser muito – a alguém de modo a fazer essa pessoa se sentir valorizada e respeitada. Isso pode ser alcançado dizendo-se uma palavra que levante alguém que esteja para baixo ou até mesmo um simples “oi” para um amigo, ou mesmo a um estranho.

O Talmud ensina que aquele que dá uma moeda a uma pessoa pobre recebe três tipos de bênçãos. No entanto, se disser uma palavra de conforto e essa pessoa se sentir melhor, recebe onze. Ensina também que cumprimentar alguém da melhor maneira possível traz a benção da longevidade.

Podemos não ter muito tempo ou dinheiro para ajudar outros de modo vultoso. Mas todos nós podemos tirar uns segundos para dizer algo positivo a alguém ou cumprimentar o vizinho, o lixeiro ou o carteiro com um sorriso. Essas pequenas ações de bondade melhoram as relações, e injetam energia positiva e um fluxo de bênçãos em toda a existência.


 

Fonte: Lubavitch Copacabana [Newsletter@LubavitchCopacabana.org]

www.LubavitchCopacabana.org