﻿{"id":10006,"date":"2013-09-22T08:51:28","date_gmt":"2013-09-22T08:51:28","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=10006"},"modified":"2013-09-22T08:51:28","modified_gmt":"2013-09-22T08:51:28","slug":"uma-real-e-emocionante-historia-ocorrida-em-simhat-tora-rabino-kalman-packouz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=10006","title":{"rendered":"UMA REAL E EMOCIONANTE HIST\u00d3RIA OCORRIDA EM SIMH\u00c1T TOR\u00c1 \u2013 RABINO KALMAN PACKOUZ"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-6004\" alt=\"Rabino Kalman Pa\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Rabino-Kalman-Pa-220x250.jpg\" width=\"220\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Rabino-Kalman-Pa-220x250.jpg 220w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Rabino-Kalman-Pa-119x135.jpg 119w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Rabino-Kalman-Pa.jpg 299w\" sizes=\"(max-width: 220px) 100vw, 220px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta \u00e9 uma edi\u00e7\u00e3o especial de\u00a0<i>Simh\u00e1t Tor\u00e1<\/i>. \u00c9 uma hist\u00f3ria relatada pelo escritor polon\u00eas Normal Salsitz (1920-2006) intitulada:\u00a0Em\u00a0<i>Simh\u00e1t Tor\u00e1<\/i>\u00a0me chamaram de Zaleski<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1965 eu morava em Springfield, New Jersey (EUA). Embora tivesse me afastado do juda\u00edsmo ortodoxo h\u00e1 muitas d\u00e9cadas, sempre guardei um conhecimento de juda\u00edsmo e assuntos judaicos adquiridos de minha educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o hass\u00eddica em Kolbuzowa, na Pol\u00f4nia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Certo ano nosso l\u00edder espiritual, Israel Dresner, teve uma id\u00e9ia inspirada. Ele percebeu que sua congrega\u00e7\u00e3o de judeus ocidentalizados n\u00e3o tinha a mais remota familiaridade com o fervor que os ortodoxos e os\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">hassidim<\/i>\u00a0praticavam a religi\u00e3o. Organizou ent\u00e3o uma viagem ao Brooklyn, Nova York, na festa de\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Simh\u00e1t Tor\u00e1<\/i>, para levar os membros interessados de sua congrega\u00e7\u00e3o para observar a Festividade de Alegrar-se com a Tor\u00e1 (<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Simh\u00e1t Tor\u00e1<\/i>). Ele perguntou-me se eu queria ir e concordei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0J\u00e1 havia muitos anos que eu estivera com os\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">hassidim<\/i>\u00a0em\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Simh\u00e1t Tor\u00e1<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0O \u00f4nibus chegou \u00e0 regi\u00e3o de Crown Heights, no Brooklyn \u2013 que era ent\u00e3o, junto com Williansburg, o principal centro da vida hass\u00eddica nos Estados Unidos. Entramos na sinagoga do Rebe de Bobov,\u00a0o grande Rabino Shlomo Halberstam Z\u201dTL (1847-1905).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Os\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">hassidim<\/i>\u00a0(seguidores do Rebe) de Bobov usavam barba, vestiam-se com compridos casacos de seda e\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">shtreimel<\/i>\u00a0(um t\u00edpico chap\u00e9u feito de pele). Enquanto os Judeus de Springfield ficaram parados do lado de fora, acanhados, mergulhei em meio \u00e0 multid\u00e3o, e em alguns instantes eles podiam me ver pelas janelas, cantando com os\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">hassidim<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A celebra\u00e7\u00e3o era caracterizada pelo Rebe, com sua cabe\u00e7a coberta por um Talit (uma manta utilizada nas ora\u00e7\u00f5es), dan\u00e7ando com a Tor\u00e1 por incont\u00e1veis horas. Para este fim, ele segurava um rolo de Tor\u00e1 especial, em miniatura, e girava e girava. Fiquei batendo palmas, cantando junto com os\u00a0<i style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">hassidim<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parte dos muitos costumes desta festividade s\u00e3o as\u00a0<i>hakaf\u00f3t<\/i>, onde honras s\u00e3o dadas a congregantes destacados para dan\u00e7ar com a Tor\u00e1 e com o Rebe. A primeira \u2018rodada\u2019 de dan\u00e7as \u00e9 dada aos Cohanim (descendentes do sumo Sacerdote Aharon). Se h\u00e1 mais Rolos de Tor\u00e1 do que Cohanim, ent\u00e3o os restantes s\u00e3o dados para congregantes importantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um\u00a0<i>hassid<\/i>\u00a0parado pr\u00f3ximo \u00e0 Arca Sagrada chamava os nomes daqueles que seriam honrados, sob os aplausos da congrega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme iam sendo chamados, \u00e1vidos congregantes pegavam o Rolo da Tor\u00e1 e dan\u00e7avam junto com o Rebe. Como n\u00e3o sabiam que eu era um Cohen, fiquei contente em permanecer de fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi a\u00ed que um homem com uma barba ruiva estendeu um Rolo da Tor\u00e1 e disse: \u201cZaleski, eu dou esta honra a Zaleski\u201d. Quando ningu\u00e9m no sal\u00e3o respondeu, novamente ele gritou: \u201cZaleski\u201d. Quando voltei meu olhar da multid\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o a ele, percebi que a Tor\u00e1 estava sendo oferecida a mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zaleski.\u00a0N\u00e3o ouvi este nome nos \u00faltimos 20 anos! Zaleski foi o nome que adotei enquanto disfar\u00e7ado de capel\u00e3o no ex\u00e9rcito polon\u00eas durante os anos da segunda guerra mundial. Tadeusz Zaleski. Este\u00a0<i>hassid<\/i>\u00a0de barba vermelha estava honrando Tadeusz Zaleski com a\u00a0<i>hakaf\u00e1\u00a0<\/i>!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perplexo, aproximei-me e aceitei a Tor\u00e1. Enquanto o grupo de Springfield olhava pela janela, rodopiei pela sinagoga, com a Tor\u00e1 em meus bra\u00e7os, dan\u00e7ando com o Rebe de Bobov, o \u00faltimo l\u00edder hass\u00eddico a transplantar seus seguidores da Europa destru\u00edda para a Am\u00e9rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de muitas voltas, passei a Tor\u00e1 a outra pessoa e segurei o bra\u00e7o do homem que havia chamado o meu nome. \u201cPor que voc\u00ea me deu a Tor\u00e1?\u201d, perguntei em idish. \u201cComo voc\u00ea me conhece por Zaleski?\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTenho uma d\u00edvida com voc\u00ea\u201d, ele respondeu. \u201cE estou feliz de repagar uma pequena parte dela dando-lhe esta honra\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMas eu n\u00e3o o conhe\u00e7o\u201d, protestei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAh sim, voc\u00ea me conhece\u201d, ele disse. \u201cVoc\u00ea se lembra, na Crac\u00f3via, quando resgatou dois garotos que estavam sendo mantidos presos num dep\u00f3sito de carv\u00e3o num distrito policial?\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>Dois jovens num dep\u00f3sito de carv\u00e3o<\/i>. Minha mente retrocedeu no tempo, para antes dos Estados Unidos, para antes da Alemanha, antes da fuga da Pol\u00f4nia. Dois jovens num dep\u00f3sito de carv\u00e3o \u2013 sim, me lembrava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era o inverno de 1945. Naquela \u00e9poca eu havia sido promovido dentro das for\u00e7as de seguran\u00e7a polonesas ao posto de chefe de seguran\u00e7a da regi\u00e3o da Crac\u00f3via e suas comunidades vizinhas. Para um judeu receber este cargo era imposs\u00edvel. Entretanto, apenas um punhado de pessoas dentro do governo sabia que eu era judeu.\u00a0Para\u00a0os demais euera Tadeusz Zaleski.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu falava um polon\u00eas perfeito e sem sotaque, tinha um rosto polon\u00eas caracter\u00edstico e sem barba. N\u00e3o havia raz\u00e3o alguma para algu\u00e9m pensar que eu fosse qualquer coisa al\u00e9m de um capel\u00e3o, como alegava ser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois que as for\u00e7as russas libertaram a Pol\u00f4nia, os poucos judeus sobreviventes gradualmente come\u00e7aram a dirigir-se \u00e0s cidades. Conforme o n\u00famero de judeus crescia, eles se organizavam em comunidades para se recuperarem da destrui\u00e7\u00e3o causada pelos nazistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pouco depois que cheguei \u00e0 Crac\u00f3via, fiz quest\u00e3o de visitar a lideran\u00e7a judaica: um advogado chamado Stulbach e uma mulher chamada Marianska, para revelar-lhes que eu era judeu e para que soubessem que estava dispon\u00edvel para fazer o que fosse poss\u00edvel, n\u00e3o oficialmente, para aliviar suas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora pudesse ajudar pouco dentro da estrutura formal, havia muito que podia fazer nos bastidores. A pequena comunidade judaica era extremamente vulner\u00e1vel ao abuso pessoal e governamental na Pol\u00f4nia, e minha oferta foi aceita com muita gratid\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Naquela \u00e9poca, o Rabino Moshe Steinberg, um rabino que sobrevivera \u00e0 guerra por milagre, servia como o l\u00edder espiritual da cansada e desanimada comunidade judaica. Foi dele que, certo dia, fiquei sabendo sobre os dois jovens que haviam sido presos e desaparecido. A pol\u00edcia os pegou transportando uma carga de a\u00e7\u00facar, confiscou o ve\u00edculo e a carga e levou os jovens em cust\u00f3dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir daquele ponto eles haviam desaparecido completamente, sem nenhuma resposta satisfat\u00f3ria sendo oferecida \u00e0s preocupadas investiga\u00e7\u00f5es feitas pela comunidade judaica. O rumor era que as autoridades haviam confiscado o a\u00e7\u00facar para o seu pr\u00f3prio proveito e entregue os jovens \u00e0 mil\u00edcia da Crac\u00f3via para serem mantidos em alguma pris\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como chefe de seguran\u00e7a da regi\u00e3o, eu era superior \u00e0 mil\u00edcia local. Embora n\u00e3o segu\u00edssemos a mesma cadeia de comando, nosso patrono pol\u00edtico nos colocara numa posi\u00e7\u00e3o dominante. Todavia, o predom\u00ednio pol\u00edtico n\u00e3o podia evitar simples mentiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na manh\u00e3 seguinte questionei cada respons\u00e1vel pelas delegacias se sabiam alguma coisa sobre o destino daqueles dois irm\u00e3os. De maneira n\u00e3o surpreendente, ningu\u00e9m sabia. Comecei a inspecionar as celas pessoalmente, delegacia por delegacia, as 12 delegacias da Crac\u00f3via.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aparentemente a inspe\u00e7\u00e3o n\u00e3o tinha nada a ver com os irm\u00e3os judeus desaparecidos. Era apenas um invent\u00e1rio das cadeias da cidade sendo realizado por raz\u00f5es burocr\u00e1ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma por uma, visitei as sujas e escuras celas nos por\u00f5es das delegacias. Uma por uma, as portas das celas foram abertas para a minha inspe\u00e7\u00e3o. Algumas estavam ocupadas, outras vazias. A maioria continha criminosos e presos pol\u00edticos de varias classes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acabei chegando a uma chefatura numa regi\u00e3o chamada Woinica. A inspe\u00e7\u00e3o transcorria normalmente, exceto que no final do corredor daquele por\u00e3o escuro havia uma porta ainda trancada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando perguntei sobre ela, o chefe de pol\u00edcia me garantiu que era apenas um dep\u00f3sito utilizado para armazenar carv\u00e3o. Persisti que queria olhar l\u00e1 dentro. \u201cAs chaves foram perdidas\u201d, disseram-me. Imediatamente afastei todos dali, saquei minha arma e atirei no cadeado da porta. Quando a porta moveu-se, pude distinguir na luz fraca do corredor duas figuras imundas \u2013 os irm\u00e3os judeus desaparecidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto o oficial alarmado revirava pap\u00e9is e registros, ralhei e o repreendi por incompet\u00eancia e coisas piores. No final, fui menos severo em n\u00e3o dar-lhe uma puni\u00e7\u00e3o rigorosa. \u201cApenas limpe-os imediatamente e leve-os para o meu quartel-general. Tomarei conta deste assunto pessoalmente!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aliviado por sua \u00f3bvia incorre\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter levado a nada pior, o chefe da mil\u00edcia prontamente concordou e, no final da tarde, os prisioneiros foram entregues.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00eas podem imaginar o al\u00edvio que sentiram \u2013 ap\u00f3s terem sido espancados e presos por duas semanas \u2013 quando lhes contei que havia sido enviado pelo rabino Steinberg, que eu era judeu e que iria deix\u00e1-los partir, contanto que sa\u00edssem da Crac\u00f3via e que nunca mais os visse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E nunca mais os vi \u2013 at\u00e9 aquele\u00a0<i>Simh\u00e1t Tor\u00e1<\/i>\u00a0no Brooklyn.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cComo voc\u00ea me reconheceu?\u201d, perguntei ao\u00a0<i>hassid<\/i>. \u201cEu n\u00e3o o reconhe\u00e7o de forma alguma\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNunca esqueci o seu rosto, especialmente suas sobrancelhas\u201d, ele disse. \u201cConstantemente pensava sobre como fomos libertados do dep\u00f3sito de carv\u00e3o. No minuto em que o senhor entrou aqui na sinagoga, eu sabia que era o senhor\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele continuou relatando que na Crac\u00f3via eu n\u00e3o usava barba, como agora. Ele, por outro lado, era muito jovem e depois deixou crescer a barba, estava vestido com um casaco preto e era totalmente diferente da pessoa que eu libertei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto meus vizinhos de Springfield olhavam de olhos arregalados por aquelas janelas da sinagoga no Brooklyn quando antes dan\u00e7ara com o Rebe, agora assistiam eu receber um forte abra\u00e7o de um\u00a0<i>hassid<\/i>\u00a0de barba vermelha, vestido de preto e com um\u00a0<i>shtreimel<\/i>, com o rosto molhado por l\u00e1grimas de alegria h\u00e1 muito tempo contidas.<\/p>\n<div>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">RABINO KALMAN PACKOUZ \u2013\u00a0<\/b>Da Aish H\u00e1 Tor\u00e1, \u00e9 o criador do Me\u00f3r Hashabat, boletim \u00a0semanal com pr\u00e9dicas. <a title=\"RABINO KALMAN PACKOUZ\" href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=4907\"><strong>Saiba mais.<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">NOTAS:<\/b><\/p>\n<p><b>&#8211; Este ano, Simh\u00e1t Tor\u00e1 \u00e9 comemorado no dia 27 de setembro.<\/b><\/p>\n<p><b>&#8211; Desejando contribuir para o Meor Hashabat acesse o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.aishdonate.com\/\" target=\"_blank\">www.aishdonate.com<\/a>\u00a0\u00a0&#8211; Email &#8211;\u00a0<a href=\"mailto:meor18@hotmail.com\">meor18@hotmail.com<\/a><\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta \u00e9 uma edi\u00e7\u00e3o especial de\u00a0Simh\u00e1t Tor\u00e1. \u00c9 uma hist\u00f3ria relatada pelo escritor polon\u00eas Normal Salsitz (1920-2006) intitulada:\u00a0Em\u00a0Simh\u00e1t Tor\u00e1\u00a0me chamaram de Zaleski Em 1965 eu morava em Springfield, New Jersey (EUA). 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