﻿{"id":15648,"date":"2014-05-24T22:01:56","date_gmt":"2014-05-24T22:01:56","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=15648"},"modified":"2014-05-25T13:57:02","modified_gmt":"2014-05-25T13:57:02","slug":"livro-novo-a-culpa-e-da-mae-de-elizabeth-monteiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=15648","title":{"rendered":"LIVRO NOVO :\u201dA CULPA \u00c9 DA M\u00c3E\u201d DE ELIZABETH MONTEIRO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone  wp-image-15649\" alt=\"Betty Monteiro, foto de Tato Ghiurghi\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Betty-Monteiro-foto-de-Tato-Ghiurghi.jpg\" width=\"252\" height=\"378\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Betty-Monteiro-foto-de-Tato-Ghiurghi.jpg 700w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Betty-Monteiro-foto-de-Tato-Ghiurghi-89x135.jpg 89w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Betty-Monteiro-foto-de-Tato-Ghiurghi-166x250.jpg 166w\" sizes=\"(max-width: 252px) 100vw, 252px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser m\u00e3e sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No livro A culpa \u00e9 da m\u00e3e, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experi\u00eancias &#8211; muitas vezes desastradas &#8211; como m\u00e3e de quatro filhos. Partindo das rela\u00e7\u00f5es familiares na \u00e9poca de sua av\u00f3 e passando pela pr\u00f3pria inf\u00e2ncia, ela mostra que as m\u00e3es, independentemente da gera\u00e7\u00e3o, erram. Mas n\u00e3o devem se sentir culpadas por isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser m\u00e3e sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? Afinal, viver entre brigas, choros, fraldas, chupetas, al\u00e9m de cuidar da casa, do marido e dar conta do trabalho, n\u00e3o \u00e9 bem o &#8220;para\u00edso&#8221;. \u00c9 um cotidiano t\u00e3o estressante que \u00e9 raro encontrar uma m\u00e3e confiante e tranquila sobre o seu papel, sem idealizar a fam\u00edlia perfeita. A maioria se sente perdida, e acaba se equivocando exatamente naquela que deveria ser uma de suas principais miss\u00f5es: a educa\u00e7\u00e3o dos filhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No livro A culpa \u00e9 da m\u00e3e &#8211; Reflex\u00f5es e confiss\u00f5es acerca da maternidade (280 p., R$ 76,10), lan\u00e7ado em 2012 pela Summus Editorial, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro sentencia: a maternidade pode ser menos \u00e1rdua e mais prazerosa. Para isso, as m\u00e3es devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, n\u00e3o se adaptam ao seu modo de ser e \u00e0 sua din\u00e2mica de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para convencer as m\u00e3es sobre a import\u00e2ncia de valorizar seus pr\u00f3prios m\u00e9todos, Elizabeth conta sua experi\u00eancia na dif\u00edcil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes c\u00f4micos,ela fala sobre a dor e a del\u00edcia da maternidade, mostrando que a perfei\u00e7\u00e3o n\u00e3o existe quando se trata de cuidar de crian\u00e7as.&#8221;Recebo em meu consult\u00f3rio centenas de m\u00e3es culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam\u2011me seus dilemas. Muitas vezes vejo\u2011me em cada uma delas. Recordo\u2011me da inf\u00e2ncia dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por n\u00e3o s aber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma m\u00e3e jovem e inexperiente&#8221;, conta a autora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-15650 aligncenter\" alt=\"A CULPA \u00c9 DA M\u00c3E (BAIXA)\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/A-CULPA-\u00c9-DA-M\u00c3E-BAIXA.jpg\" width=\"300\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/A-CULPA-\u00c9-DA-M\u00c3E-BAIXA.jpg 500w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/A-CULPA-\u00c9-DA-M\u00c3E-BAIXA-90x135.jpg 90w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/A-CULPA-\u00c9-DA-M\u00c3E-BAIXA-166x250.jpg 166w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O livro traz hist\u00f3rias de tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es de mulheres de uma mesma fam\u00edlia, promovendo o acompanhamento e a compara\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as ocorridas at\u00e9 os dias de hoje. Nos dois primeiros cap\u00edtulos, a autora fala sobre sua av\u00f3 e sua m\u00e3e, narrando atitudes e comportamentos relativos \u00e0s respectivas \u00e9pocas. O terceiro cap\u00edtulo contempla suas experi\u00eancias com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicol\u00f3gico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situa\u00e7\u00f5es semelhantes. Elizabeth aborda quest\u00f5es como culpa, limites, educa\u00e7\u00e3o, bullying, emo\u00e7\u00f5es, viol\u00eancia, ci\u00fames, drogas, morte, sexualidade, separa\u00e7\u00e3o, amizades e projetos de vida, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a psicoterapeuta, os filhos continuam sendo muito mais filhos da m\u00e3e do que do pai. Embora diversos aspectos te\u00adnham mudado de uma gera\u00e7\u00e3o para outra, todas as m\u00e3es e todas as fam\u00edlias, na sua ess\u00eancia, passam por situa\u00e7\u00f5es bem semelhantes. &#8220;As m\u00e3es s\u00e3o todas iguais. Umas assumem o papel de v\u00edtima e se acomodam. Outras assumem o de guerreiras e outras, ainda, terceirizam seus filhos. As m\u00e3es se sentem muito culpadas quando percebem que suas fam\u00edlias n\u00e3o seguem o modelo da fam\u00edlia perfeita&#8221;, complementa. Para ela, o peso da culpa faz que acabem mimando seus filhos e n\u00e3o exer\u00e7am a autoridade que lhes compete. As m\u00e3es se queixam que n\u00e3o t\u00eam autoridade e que os pais s\u00e3o au\u00adsentes. &#8220;Na verdade, tamb\u00e9m temem assumir os seus filhos&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Manter a unidade familiar, segundo Elizabeth, n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil. \u00c9 preciso acredi\u00adtar muito na for\u00e7a da uni\u00e3o e querer que ela se mantenha. &#8220;Precisamos criar um espa\u00e7o para con\u00adversar com os filhos, reunir a fam\u00edlia e os amigos, sem precisar teclar mensagens, para n\u00e3o condenar os jovens e as fa\u00adm\u00edlias ao ex\u00edlio social&#8221;, afirma a psicoterapeuta. Segundo ela, as crian\u00e7as e os jovens precisam conviver com os adultos, conversar com pessoas que t\u00eam mais experi\u00ean\u00adcias do que eles e trocar afeto. &#8220;Isso os ajudar\u00e1 a amadurecer e a acreditar na humanidade&#8221;, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A autora<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Elizabeth Monteiro nasceu em 1949 e iniciou sua carreira lecionando para crian\u00e7as do ensino fundamental. Pedagoga, especializou-se em Psicopedagogia, tendo em seguida se formado psic\u00f3loga. Ao mesmo tempo que estudava e trabalhava, cuidava da fam\u00edlia. Casada h\u00e1 quarenta anos com seu primeiro namorado, tem quatro filhos e, at\u00e9 agora, quatro netos. Atriz e modelo nas horas vagas, trabalha em seu consult\u00f3rio particular, na cidade de S\u00e3o Paulo, atendendo crian\u00e7as, adolescentes e adultos. \u00c9 autora de Criando filhos em tempos dif\u00edceis e de Criando adolescentes em tempos dif\u00edceis, ambos da Summus. Betty se define assim: &#8220;N\u00e3o gosto de seguir ordens e muito menos de rotina. A maturidade que conquistei me autoriza a ser quem sou. N\u00e3o tenho nada a temer e nem a esconder de mim&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito fotogr\u00e1fico: Tato Ghiurghi<\/p>\n<hr style=\"height: 1px; border-width: 1px; border-style: solid; border-color: #CCCCCC; color: #ffffff;\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A culpa \u00e9 da m\u00e3e &#8211; Reflex\u00f5es e confiss\u00f5es acerca da maternidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autora: Elizabeth Monteiro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Editora: Summus Editorial<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7o: R$ 79,10<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">P\u00e1ginas: 280 p\u00e1ginas &#8211; 14 x 21 cm<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ISBN: 978-85-323-0803-0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Site: <a href=\"www.summus.com.br\">www.summus.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser m\u00e3e sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? 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