﻿{"id":21430,"date":"2015-02-14T19:06:44","date_gmt":"2015-02-14T19:06:44","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=21430"},"modified":"2015-02-14T19:06:44","modified_gmt":"2015-02-14T19:06:44","slug":"livro-novo-jornalismo-cultural-do-seculo-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=21430","title":{"rendered":"LIVRO NOVO:  &#8220;JORNALISMO CULTURAL DO S\u00c9CULO 21"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21434\" alt=\"234_fique_1.1\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/234_fique_1.11.jpg\" width=\"160\" height=\"226\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/234_fique_1.11.jpg 160w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/234_fique_1.11-95x135.jpg 95w\" sizes=\"(max-width: 160px) 100vw, 160px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A hist\u00f3ria, as novas plataformas, o ensino e as tend\u00eancias na pr\u00e1tica<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>No mercado editorial brasileiro e mundial, existem poucas obras dedicadas ao universo do jornalismo cultural, muito embora ele atraia cada vez mais profissionais e responda por uma fatia importante do faturamento dos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. Buscando preencher essa lacuna, o jornalista Franthiesco Ballerini oferece ao leitor um panorama amplo e aprofundado do tema.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria dos jornalistas da \u00e1rea cultural se recorda com nostalgia dos \u00e1ureos tempos dos jornais com amplo espa\u00e7o, quando o jornalista escrevia com folga e o leitor alfabetizado e elitizado era um \u00e1vido consumidor de cultura. Esse tempo passou. Com o advento da internet, os jornais n\u00e3o t\u00eam tanto espa\u00e7o para longas p\u00e1ginas de reflex\u00e3o, o jornalista luta contra o rel\u00f3gio e o perfil do leitor mudou. O que restou ent\u00e3o desse universo com tantas transforma\u00e7\u00f5es? Amparado em ampla pesquisa e entrevistas com quase 50 profissionais da \u00e1rea, entre eles os jornalistas culturais mais importantes em atividade no pa\u00eds, Franthiesco Ballerini faz uma an\u00e1lise completa e aprofundada do tema. O resultado est\u00e1 no livro <em><strong>Jornalismo cultural no s\u00e9culo 21 &#8211; A hist\u00f3ria, as novas plataformas, o ensino e as tend\u00eancias na pr\u00e1tica<\/strong><\/em> (224 p., R$ 69,20), lan\u00e7amento da Summus Editorial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo do hist\u00f3rico do surgimento e da consolida\u00e7\u00e3o do jornalismo cultural no Brasil e no mundo, o jornalista mostra como a atua\u00e7\u00e3o nesse nicho se consolidou ao longo dos s\u00e9culos. A proposta, segundo Ballerini, \u00e9 fornecer as bases para entender a pr\u00e1tica do jornalismo cultural no s\u00e9culo 21, pois, ainda que a tecnologia a tenha revolucionado, \u00e9 imposs\u00edvel compreender seus reais delineamentos sem um contexto hist\u00f3rico. \u201cAfinal, \u00e9 conhecendo os h\u00e1bitos, os erros e as estrat\u00e9gias de seus protagonistas ao longo do tempo que se pode propor um futuro mais pr\u00f3spero para o campo\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos cap\u00edtulos seguintes, o autor mergulha nas principais \u00e1reas cobertas pelo jornalismo cultural: literatura, artes visuais, teatro, cinema e m\u00fasica. \u201cProcurei investigar com nomes fundamentais de todas as \u00e1reas quais eram as fragilidades, os pontos fortes e as grandes mudan\u00e7as na cobertura. O que significa a entrada de novos personagens no jornalismo cultural, como gastronomia, moda, games. Mas, acima de tudo, de que forma a internet, as redes sociais e o predom\u00ednio cada vez maior do digital sobre o papel altera o trabalho do jornalista cultural\u201d, afirma Ballerini.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O surgimento da internet \u00e9, sem d\u00favida, o grande marco de mudan\u00e7a nesse universo. Nem mesmo o surgimento do r\u00e1dio e do cinema, no final do s\u00e9culo 19, e posteriormente da televis\u00e3o, no s\u00e9culo 20, estremeceu tanto o jornalismo cultural quanto o advento da internet, segundo Ballerini. \u201cDurante cinco s\u00e9culos, o jornalismo cultural p\u00f4de se desenvolver sob um mosaico midi\u00e1tico rent\u00e1vel, que garantia certa estabilidade financeira, uniformidade do fluxo de comunica\u00e7\u00e3o e, por que n\u00e3o dizer, uma previsibilidade da forma\u00e7\u00e3o dos discursos acerca dos produtos culturais. Mas eis que a internet vem para \u201cbagun\u00e7ar\u201d a comunica\u00e7\u00e3o humana em escala global\u201d, avalia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se antes eram identific\u00e1veis os pontos de concentra\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica, hoje h\u00e1 uma abrupta fragmenta\u00e7\u00e3o de discursos. A pr\u00e1tica do jornalismo cultural ainda se d\u00e1 pelas plataformas tradicionais, mas tamb\u00e9m \u00e9 feita aos milh\u00f5es no mundo, a cada segundo, em sites, blogues, portais e redes sociais, acentuando a forma\u00e7\u00e3o de nichos cada vez mais espec\u00edficos de audi\u00eancia. \u201cO resultado disso \u00e9 uma tremenda dor de cabe\u00e7a para qualquer dono de m\u00eddia tradicional que quer manter vi\u00e1vel seu neg\u00f3cio. Em resumo, o s\u00e9culo 21 colocou a comunica\u00e7\u00e3o em crise. E a pr\u00e1tica do jornalismo cultural, em consequ\u00eancia, tamb\u00e9m mudou de forma radical\u201d, explica o autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O livro traz ainda um cap\u00edtulo dedicado ao ensino universit\u00e1rio da especialidade e um ensaio sobre as inter-rela\u00e7\u00f5es entre consumo e cultura. \u201cA maior contribui\u00e7\u00e3o que os bons cursos de jornalismo podem dar ao mercado \u00e9 formar profissionais que consigam, por meio de um texto claro, coeso e estilisticamente atraente, atrair leitores n\u00e3o para a \u00f3bvia historinha de super-her\u00f3i do quinto filme da franquia hollywoodiana, mas para aquele curta-metragem estudantil do interior do Par\u00e1 que, de forma simples, abordou uma grande quest\u00e3o cultural e social do momento. Em suma, levar o leitor a consumir mais cultura e n\u00e3o s\u00f3 entretenimento\u201d, afirma o autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Franthiesco, se o jornalismo cultural souber usar as estrat\u00e9gias da escrita criativa como arma quase \u201cpublicit\u00e1ria\u201d de convite \u00e0 leitura \u2013 respeitando os c\u00e2nones profissionais da \u00e1rea \u2013 e \u00e0 cultura (que nem sempre \u00e9 de massa), talvez seja poss\u00edvel n\u00e3o s\u00f3 inverter o h\u00e1bito cada vez maior de buscar apenas a arte que entret\u00e9m, mas tamb\u00e9m interromper um ciclo industrial que quase sempre beneficia os grandes. \u201cSeduzido pela leitura, o p\u00fablico dar\u00e1 mais import\u00e2ncia n\u00e3o s\u00f3 ao produtor de conte\u00fado, mas \u00e0 figura do jornalista cultural. Ent\u00e3o, este, importante mesmo antes de o jornalismo se tornar profiss\u00e3o, se posicionar\u00e1 fortemente na sociedade como um mediador imprescind\u00edvel entre arte e consumo\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O autor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Franthiesco Ballerini<\/strong>, jornalista, foi rep\u00f3rter e cr\u00edtico do Grupo Estado por sete anos, produzindo reportagens especiais e entrevistas em diversos pa\u00edses. Mestre em Comunica\u00e7\u00e3o Social, foi colaborador de revistas como Bravo!, Contigo! e Quem, e colunista cultural do jornal O Vale, da R\u00e1dio Eldorado e da TV Gazeta. \u00c9 autor de <em>Di\u00e1rio de Bollywood \u2013 Curiosidades e segredos da maior ind\u00fastria de cinema do mundo (Summus, 2009) e Cinema brasileiro no s\u00e9culo 21 (Summus, 2012). <\/em>Atualmente, \u00e9 coordenador geral da Academia Internacional de Cinema, professor de Comunica\u00e7\u00e3o e Audiovisual de institui\u00e7\u00f5es como Faap, UMC e Faculdades Integradas Rio Branco e colaborador da revista Cult. Tamb\u00e9m ministra palestras em institui\u00e7\u00f5es no Brasil e no mundo.<\/p>\n<hr style=\"height: 2px; border-width: 1px; border-style: solid; border-color: #CCCCCC; color: #ffffff;\" noshade=\"noshade\" size=\"2\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong><em><strong> Jornalismo cultural no s\u00e9culo 21 \u2013 A hist\u00f3ria, as novas plataformas, o ensino e as tend\u00eancias na pr\u00e1tica<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Franthiesco Ballerini<\/p>\n<p><strong>Editora:<\/strong> Summus Editorial<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7o:<\/strong> R$ 69,20 (E-book: R$ 43,90)<\/p>\n<p><strong>P\u00e1ginas:<\/strong> 224 (17 x 24 cm)<\/p>\n<p><strong>ISBN:<\/strong> 978-85-323-0960-0<\/p>\n<p>Atendimento ao consumidor: (11) 3865-9890<\/p>\n<p>Site:<a href=\" www.summus.com.br\"> www.summus.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria, as novas plataformas, o ensino e as tend\u00eancias na pr\u00e1tica No mercado editorial brasileiro e mundial, existem poucas obras dedicadas ao universo do jornalismo cultural, muito embora ele atraia cada vez mais profissionais e responda por uma fatia importante do faturamento dos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. 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