﻿{"id":23747,"date":"2015-05-23T23:38:46","date_gmt":"2015-05-23T23:38:46","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=23747"},"modified":"2015-05-23T23:38:46","modified_gmt":"2015-05-23T23:38:46","slug":"eva-blay-autografa-livro-em-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=23747","title":{"rendered":"EVA BLAY AUTOGRAFA LIVRO EM SP"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A presen\u00e7a judaica no Brasil \u00e9 t\u00e3o antiga quanto a coloniza\u00e7\u00e3o europeia do territ\u00f3rio brasileiro. Um expressivo recorte dessa longa saga comp\u00f5e o livro \u201cO Brasil como destino: ra\u00edzes da imigra\u00e7\u00e3o judaica contempor\u00e2nea para S\u00e3o Paulo\u201d, da soci\u00f3loga Eva Alterman Blay, professora titular s\u00eanior da Universidade de S\u00e3o Paulo. A obra foi publicada com <a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/83002\/o-brasil-como-destino-imigracao-judaica-para-sao-paulo-18802010\" target=\"_blank\">apoio da FAPESP<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autora e organizadora de v\u00e1rios livros, Blay colocou neste um pouco de sua hist\u00f3ria pessoal, como filha de imigrantes judeus (o pai nascido na Pol\u00f4nia, a m\u00e3e nascida na antiga Bessar\u00e1bia, hoje Rep\u00fablica Moldova). \u201cTodos n\u00f3s, imigrantes e filhos de imigrantes, temos uma mem\u00f3ria que se estende al\u00e9m de nossas pr\u00f3prias viv\u00eancias. \u00c9 a mem\u00f3ria das experi\u00eancias narradas por aqueles com quem convivemos\u201d, escreveu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Blay conta que come\u00e7ou essa pesquisa muitos anos atr\u00e1s. E, durante bastante tempo, procurou uma forma que fosse fiel aos relatos recebidos. A forma encontrada pela autora foi dar voz aos entrevistados, destacando seus depoimentos na primeira pessoa, e valorizando a \u201cbagagem\u201d de cada um \u2013 uma \u201cbagagem\u201d peculiar, pois composta n\u00e3o apenas pelas mem\u00f3rias da exist\u00eancia vivida nos pa\u00edses de origem, mas tamb\u00e9m pela lembran\u00e7a da vida constru\u00edda aqui. Seus 92 entrevistados provieram de 16 pa\u00edses diferentes: Alemanha, Argentina, \u00c1ustria, Bielorr\u00fassia, Egito, Fran\u00e7a, Hungria, It\u00e1lia, L\u00edbano, Litu\u00e2nia, Palestina, Pol\u00f4nia, Rom\u00eania, R\u00fassia, Ucr\u00e2nia, Uruguai. Ou nasceram no Brasil, filhos de pais estrangeiros. Mas, a despeito das muitas diferen\u00e7as, apresentavam tr\u00eas caracter\u00edsticas em comum: eram judeus, idosos e estavam aqui \u201cpara ficar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Destino definitivo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTodos os imigrantes que eu havia estudado no Brasil tinham a fantasia de, um dia, voltar para suas terras de origem. Constatei tal fantasia nost\u00e1lgica entre os italianos, os portugueses, espanh\u00f3is. Mas n\u00e3o entre os judeus. E isso devido \u00e0s pr\u00f3prias condi\u00e7\u00f5es que os fizeram vir para c\u00e1. A volta n\u00e3o estava em seu ide\u00e1rio. Eles vieram para ficar. Para esses judeus, o Brasil era visto como o destino definitivo\u201d, afirmou Blay.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa de Blay concentrou-se muito mais sobre a comunidade asquenazita (do hebraico ashquenazi), proveniente da Europa, majoritariamente nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, do que sobre a comunidade sefardita (do hebraico sepharadhi), proveniente da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e do Oriente M\u00e9dio, cuja presen\u00e7a remonta aos tempos coloniais, mas que cresceu no Brasil ap\u00f3s a chamada \u201cCrise do Canal de Suez\u201d, em 1956.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu rol de entrevistados incluiu figuras de todas as classes sociais, al\u00e9m de alguns not\u00e1veis, como o f\u00edsico Mario Schenberg (1914 \u2013 1990), a escritora Tatiana Belinky (1919 \u2013 2013) e a filantropa Ema Gordon Klabin (1907 \u2013 1994). Filho de pais n\u00e3o religiosos, Schenberg, que nasceu em Recife, iniciou seu depoimento, em 1982, dizendo n\u00e3o possuir nenhum v\u00ednculo com o juda\u00edsmo e expressou preocupa\u00e7\u00e3o com o surgimento de uma nova \u201conda internacional de antissemitismo\u201d, motivada, em sua opini\u00e3o, pela pol\u00edtica do Estado de Israel em rela\u00e7\u00e3o ao povo palestino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 Tatiana Belinky, natural de S\u00e3o Petersburgo, R\u00fassia, relatou, em 1983, o longo empenho de seu marido, o m\u00e9dico psiquiatra J\u00falio Gouveia (1914 \u2013 1988), um dos precursores da televis\u00e3o no Brasil, para se converter ao juda\u00edsmo. Em um evento talvez in\u00e9dito no mundo, J\u00falio, seu filho e seu neto fizeram juntos o Bar-Mitzv\u00e1, o ritual de entrada na maioridade, que os meninos judeus cumprem normalmente depois de completar 13 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ema tem seu nome associado, principalmente, \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Cultural Ema Gordon Klabin, um museu com mais de 1.500 objetos de arte, e ao Hospital Israelita Albert Einstein, para cuja constru\u00e7\u00e3o sua contribui\u00e7\u00e3o financeira foi decisiva. Nascida no Rio de Janeiro, em uma das fam\u00edlias judias mais tradicionais do pa\u00eds, ela herdou de seu pai, Hessel, nascido na Litu\u00e2nia, sua participa\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria de papel e celulose Klabin, e se destacou como colecionadora de arte, mecenas e filantropa. Foi entrevistada em 1982.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Micro-hist\u00f3ria e a constru\u00e7\u00e3o da sociologia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comentando estes e outros depoimentos, Blay ressaltou o papel da hist\u00f3ria pessoal, da \u201cmicro-hist\u00f3ria\u201d, na constru\u00e7\u00e3o da sociologia. \u201cEu prefiro isso do que fazer as grandes generaliza\u00e7\u00f5es. Foi um movimento que iniciamos nos anos 1980, a Maria Isaura Pereira de Queiroz, o Aziz Sim\u00e3o e eu. Busc\u00e1vamos valorizar o cotidiano, a vida real, os comportamentos individuais, sempre respeitando os dados emp\u00edricos. E fomos muito criticados na \u00e9poca.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho social foi, para muitos desses imigrantes, a principal forma de praticar o juda\u00edsmo. \u201cA gera\u00e7\u00e3o que entrevistei n\u00e3o era especialmente religiosa\u201d, afirmou Blay. \u201cO m\u00e1ximo de sua religiosidade se resumia \u00e0 observ\u00e2ncia das tr\u00eas datas principais do juda\u00edsmo: Rosh Hashan\u00e1 (Ano Novo), Iom Kippur (Dia do Perd\u00e3o) e Pessach (P\u00e1scoa). A gera\u00e7\u00e3o atual \u00e9 muito mais voltada para a religi\u00e3o, inclusive para a ortodoxia. Alguns filhos ou netos dos imigrantes daquela gera\u00e7\u00e3o agora usam roupas tradicionais, casam-se com pessoas que fazem parte do mesmo grupo e aprofundam-se no estudo da religi\u00e3o. \u00c9 uma nova tend\u00eancia que deveria ser estudada\u201d, concluiu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: publicado por Jos\u00e9 Tadeu Arantes na internet pela Ag\u00eancia FAPESP<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-23755\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_1-375x250.jpg\" alt=\"241_first class_3_1\" width=\"375\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_1-375x250.jpg 375w, 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https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_2.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><\/a>Eva Blay na mesa de aut\u00f3grafos<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-23748\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_3-375x250.jpg\" alt=\"241_first class_3_3\" width=\"375\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_3-375x250.jpg 375w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_3-203x135.jpg 203w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_3.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><\/a>A artista Ruth Tarachnaski ( do Museu Judaico) e o<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Prof. Carlos lemos ( FAU\/USP)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-23749\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_4-375x250.jpg\" alt=\"241_first class_3_4\" width=\"375\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_4-375x250.jpg 375w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_4-203x135.jpg 203w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_4.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><\/a>Rosa Klias e Raphael Kertzman na fila de aut\u00f3grafos<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-23750\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_5-375x250.jpg\" alt=\"241_first class_3_5\" width=\"375\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_5-375x250.jpg 375w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_5-203x135.jpg 203w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_5.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><\/a>Julio Abramcczyk trouxe a familia<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_6.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-23751\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/241_first-class_3_6-375x250.jpg\" alt=\"241_first class_3_6\" width=\"375\" height=\"250\" 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Rosenchan<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presen\u00e7a judaica no Brasil \u00e9 t\u00e3o antiga quanto a coloniza\u00e7\u00e3o europeia do territ\u00f3rio brasileiro. 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