﻿{"id":25018,"date":"2015-08-08T19:45:29","date_gmt":"2015-08-08T19:45:29","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=25018"},"modified":"2015-08-08T19:45:29","modified_gmt":"2015-08-08T19:45:29","slug":"por-que-as-pessoas-tem-dificuldade-em-aceitar-a-assexualidade-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=25018","title":{"rendered":"POR QUE AS PESSOAS T\u00caM DIFICULDADE EM ACEITAR A ASSEXUALIDADE?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/246_ESPECIAL_4_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" size-full wp-image-25019 aligncenter\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/246_ESPECIAL_4_1.jpg\" alt=\"246_ESPECIAL_4_1\" width=\"250\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/246_ESPECIAL_4_1.jpg 250w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/246_ESPECIAL_4_1-175x135.jpg 175w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando confrontada com a no\u00e7\u00e3o de assexualidade, a maioria das pessoas mostra-se perplexa ante a ideia de uma vida desprovida de atra\u00e7\u00e3o sexual. Mas pesquisas realizadas pela Universidade de Stanford (EUA) confirmam que as pessoas podem obter todo o contentamento que buscam em outros aspectos da vida, com uma gratifica\u00e7\u00e3o plena que n\u00e3o inclui a gratifica\u00e7\u00e3o sexual.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Assexualidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As diversas formas de manifesta\u00e7\u00e3o da sexualidade est\u00e3o encontrando espa\u00e7o cada vez maior na sociedade, diminuindo ou eliminando discrimina\u00e7\u00f5es seculares. Mas Karli Cerankowski e seus colegas da Universidade de Stanford (EUA) decidiram analisar uma faceta menos estudada e, em alguns aspectos, ainda mais incompreendida da sexualidade humana: a assexualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando confrontada com a no\u00e7\u00e3o de assexualidade, a maioria das pessoas mostra-se perplexa ante a ideia de uma vida desprovida de atra\u00e7\u00e3o sexual. Mas uma grande marcha de manifestantes assexuados feita em Toronto (Canad\u00e1) em 2014 ajudou a chamar a aten\u00e7\u00e3o dos estudiosos para o assunto, que agora tentam transformar a assexualidade em uma disciplina acad\u00eamica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cerankowski afirma que &#8220;a sociedade normalizou determinados n\u00edveis de desejo sexual, enquanto patologizou outros. Em certo sentido, \u00e9 o modelo social que est\u00e1 falido, n\u00e3o os assexuais.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Diversidade da sexualidade humana<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pesquisas realizadas pela equipe confirmam que as pessoas podem obter todo o contentamento que buscam em outros aspectos da vida, com uma gratifica\u00e7\u00e3o plena que n\u00e3o inclui a gratifica\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;N\u00f3s meio que priorizamos o prazer sexual e a satisfa\u00e7\u00e3o sexual em nossas vidas, mas podemos pensar em outras maneiras pelas quais as pessoas experimentam prazer intenso, como quando ouvem m\u00fasica&#8221;, exemplifica Cerankowski.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora o sexo e a sexualidade sejam aspectos centrais e valorizados da cultura ocidental, Cerankowski afirma que &#8220;se reconhecermos a diversidade da sexualidade humana, ent\u00e3o podemos entender que existem algumas pessoas que simplesmente n\u00e3o sentem atra\u00e7\u00e3o sexual, ou t\u00eam um menor impulso sexual, ou querem menos fazer sexo, e isso n\u00e3o significa que haja algo de errado com elas.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Sexualidades fluidas e m\u00faltiplas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisadora ressalta que as pessoas podem ver a assexualidade de forma extremada, uma vez que o prefixo &#8220;a-&#8221; significa &#8220;n\u00e3o&#8221;, e que, portanto, uma pessoa que se diz assexuada estaria dizendo ser totalmente desinteressada em sexo e amor, o que n\u00e3o \u00e9 verdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a pesquisadora, a pluraliza\u00e7\u00e3o do termo, indo al\u00e9m dos extremos para englobar as complexidades envolvidas no vasto espectro de assexualidade, mostra que o fen\u00f4meno \u00e9 compat\u00edvel com o &#8220;modelo mais comumente entendido das sexualidades fluidas e m\u00faltiplas.&#8221;<\/p>\n<p>Ver mais not\u00edcias sobre os temas:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/diariodasaude.com.br\/topics.php?tag=Sexualidade\">Sexualidade<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/diariodasaude.com.br\/topics.php?tag=Sentimentos\">Sentimentos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/diariodasaude.com.br\/topics.php?tag=Felicidade\">Felicidade<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>Fonte: <a href=\"www.diariodasaude.com.br%20\">www.diariodasaude.com.br <\/a>&#8211; Imagem: Naomi Lir\/Stanford<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando confrontada com a no\u00e7\u00e3o de assexualidade, a maioria das pessoas mostra-se perplexa ante a ideia de uma vida desprovida de atra\u00e7\u00e3o sexual. 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