﻿{"id":26234,"date":"2015-10-17T19:39:52","date_gmt":"2015-10-17T19:39:52","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=26234"},"modified":"2015-10-17T19:39:52","modified_gmt":"2015-10-17T19:39:52","slug":"cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=26234","title":{"rendered":"C\u00c2NCER DE MAMA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/251_medicina_3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-26235\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/251_medicina_3.jpg\" alt=\"251_medicina_3\" width=\"270\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/251_medicina_3.jpg 270w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/251_medicina_3-204x135.jpg 204w\" sizes=\"(max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o segundo tipo de c\u00e2ncer mais frequente em todo o mundo, sendo o mais comum entre as mulheres. A cada ano, aproximadamente 22% dos novos casos de c\u00e2ncer acometem a mama. Nos EUA, o c\u00e2ncer de mama representa a segunda causa de morte por c\u00e2ncer, perdendo apenas para o c\u00e2ncer de pulm\u00e3o; no entanto, nas mulheres com idade entre 45 e 55 anos, esse c\u00e2ncer assume o primeiro lugar.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Neste artigo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <a href=\"#Introdu\u00e7\u00e3o\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"#Fatores_de_risco\">Fatores de risco<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"#Rastreamento_e_diagn\u00f3stico\">Rastreamento e diagn\u00f3stico<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"#Tipos_de_c\u00e2ncer_de_mama\">Tipos de c\u00e2ncer de mama<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"#Tratamento\">Tratamento<\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"#Refer\u00eancias_bibliogr\u00e1ficas\">Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a name=\"Introdu\u00e7\u00e3o\"><\/a>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o segundo tipo de c\u00e2ncer mais frequente em todo o mundo, sendo o mais comum entre as mulheres. A cada ano, aproximadamente 22% dos novos casos de c\u00e2ncer acometem a mama. Nos EUA, o c\u00e2ncer de mama representa a segunda causa de morte por c\u00e2ncer, perdendo apenas para o c\u00e2ncer de pulm\u00e3o; no entanto, nas mulheres com idade entre 45 e 55 anos, esse c\u00e2ncer assume o primeiro lugar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo estimativas do Instituto Nacional do C\u00e2ncer (INCA), no Brasil, s\u00e3o esperados cerca de 60.000 novos casos de c\u00e2ncer de mama por ano. Em nosso pa\u00eds, a preval\u00eancia do c\u00e2ncer de mama varia entre as regi\u00f5es. No sudeste, o c\u00e2ncer de mama \u00e9 o mais comum, sendo tamb\u00e9m nas regi\u00f5es sul, centro-oeste e nordeste. J\u00e1 na regi\u00e3o norte, ele representa o segundo tumor mais comum nas mulheres. No Brasil, o c\u00e2ncer de mama \u00e9 o quinto respons\u00e1vel pelo maior n\u00famero de mortes por c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a name=\"Fatores_de_risco\"><\/a>Fatores de risco<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nem todas as mulheres apresentam o mesmo risco de desenvolver o c\u00e2ncer de mama, durante a vida. As pesquisas mostram que existem alguns fatores, chamados \u2018fatores de risco\u2019, que aumentam a probabilidade de esse c\u00e2ncer se desenvolver. Esses fatores podem ou n\u00e3o ser modificados. Esses fatores s\u00e3o divididos em grupos, de acordo com o aumento do risco associado a cada um.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>Fortes:<\/strong> idade avan\u00e7ada, hist\u00f3ria familiar da doen\u00e7a, hist\u00f3ria pr\u00e9via de c\u00e2ncer de mama<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; <strong>Moderados:<\/strong> mamas com muito tecido glandular, anormalidades teciduais \u00e0 biopsia, exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211;\u00a0<strong>Outros:<\/strong> in\u00edcio precoce da menstrua\u00e7\u00e3o, menopausa tardia, nuliparidade (n\u00e3o ter tido filhos), uso de reposi\u00e7\u00e3o hormonal combinada por per\u00edodo prolongado, obesidade, alta estatura, consumo de \u00e1lcool<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vale lembrar que a presen\u00e7a desses fatores de risco n\u00e3o significa que o c\u00e2ncer \u00e9 inevit\u00e1vel. Muitas mulheres com fatores de risco nunca desenvolvem a doen\u00e7a. Esses fatores auxiliam na identifica\u00e7\u00e3o de mulheres de maior risco, que se beneficiam mais do rastreamento ou de outras medidas preventivas. Al\u00e9m disso, o c\u00e2ncer de mama pode ocorrer em mulheres que n\u00e3o apresentam nenhum desses fatores de risco. Calcula-se que o risco de uma mulher desenvolver c\u00e2ncer de mama, caso viva at\u00e9 os 90 anos, seria da ordem de 10-15%. No entanto, esse risco \u00e9 bem maior (at\u00e9 50%) naquelas com hist\u00f3ria familiar da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a name=\"Rastreamento_e_diagn\u00f3stico\"><\/a>Rastreamento e diagn\u00f3stico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O rastreamento de c\u00e2ncer se refere ao emprego de exames que consigam detectar a doen\u00e7a em est\u00e1dio inicial, antes do aparecimento de sintomas, num momento em que seja potencialmente cur\u00e1vel. No caso do c\u00e2ncer de mama, disp\u00f5e-se da mamografia, do exame cl\u00ednico (pelo m\u00e9dico) e do auto-exame (pela pr\u00f3pria paciente) das mamas e a resson\u00e2ncia nuclear magn\u00e9tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mamografia \u00e9 a radiografia das mamas, sendo um exame de baixo custo, f\u00e1cil acesso e amplamente empregado no rastreamento do c\u00e2ncer. Recomenda-se que todas as mulheres sejam submetidas anualmente \u00e0 mamografia, a partir dos 40 anos. Soma-se a isso a recomenda\u00e7\u00e3o de auto-exame mensal das mamas e o exame pelo m\u00e9dico ginecologista, anualmente. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 um exame caro e pouco acess\u00edvel, que s\u00f3 \u00e9 recomendado em situa\u00e7\u00f5es especiais, como no caso de mulheres jovens. A mama da mulher jovem (especialmente abaixo dos 35 anos) cont\u00e9m muito tecido glandular, o que dificulta a interpreta\u00e7\u00e3o da mamografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em grande parte dos casos, o c\u00e2ncer \u00e9 notado pela pr\u00f3pria paciente como um n\u00f3dulo na mama. Ao procurar o m\u00e9dico, ser\u00e1 solicitada a mamografia que, se alterada, leva \u00e0 indica\u00e7\u00e3o de exame de ultra-som da mama, associado a uma pun\u00e7\u00e3o-biopsia, que pode ser feita com agulha fina (PAAF) ou grossa (\u2018core-biopsy\u2019). Esses exames de biopsia confirmar\u00e3o ou n\u00e3o a presen\u00e7a do c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a name=\"Tipos_de_c\u00e2ncer_de_mama\"><\/a>Tipos de c\u00e2ncer de mama<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem diversos tipos de c\u00e2ncer de mama, cada um associado a caracter\u00edsticas espec\u00edficas. No entanto, a classifica\u00e7\u00e3o mais importante se refere aos subtipos \u2018in situ\u2019 e invasor, a qual definir\u00e1 o tratamento a ser realizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; C\u00e2ncer de mama in situ: representa o subtipo mais inicial do c\u00e2ncer de mama, limitando-se microscopicamente ao local onde se iniciou. Esses c\u00e2nceres muito raramente disseminam al\u00e9m da mama, para outros \u00f3rg\u00e3os. Assim, o tratamento com quimioterapia n\u00e3o \u00e9 recomendado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; C\u00e2ncer de mama invasor: representa a maioria dos casos. Nesse tipo, o c\u00e2ncer invade al\u00e9m do local onde se iniciou, podendo se disseminar para outros \u00f3rg\u00e3os. Nesses casos, h\u00e1 a indica\u00e7\u00e3o de tratamento com quimioterapia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a name=\"Tratamento\"><\/a>Tratamento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tratamento do c\u00e2ncer de mama \u00e9 definido em cada caso, individualmente, e se baseia em diversos fatores. Em todos os casos, o melhor tratamento \u00e9 chamado de multidisciplinar, envolvendo o mastologista, o oncologista, o radioterapeuta, o fisioterapeuta, o psic\u00f3logo e o cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na doen\u00e7a em est\u00e1dio inicial, o tratamento come\u00e7a com a cirurgia. O tratamento cir\u00fargico antigamente restringia-se \u00e0 mastectomia, ou seja, retirada de toda a mama. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, no entanto, observou-se que o tratamento poderia ser conservador, com retirada de apenas uma parte da mama, desde que o tumor fosse removido completamente. Atualmente, a cirurgia conservadora \u00e9 tentada na maioria dos casos. Quando o tumor est\u00e1 um pouco mais avan\u00e7ado, mas restrito apenas \u00e0 mama, pode-se iniciar o tratamento com quimioterapia, viando reduzir o tamanho do tumor e melhorar a chance de cirurgia curativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a cirurgia, dependendo de alguns fatores relacionados ao tumor, como tamanho, altera\u00e7\u00f5es das c\u00e9lulas, invas\u00e3o de vasos sangu\u00edneos e linf\u00e1ticos, presen\u00e7a de linfonodos acometidos nas axilas, entre outros, pode-se recomendar o tratamento chamado de adjuvante. O objetivo \u00e9 melhorar o controle da doen\u00e7a, tanto local quanto em todo o organismo. O tratamento adjuvante local \u00e9 a radioterapia, aplicada na mama e na axila, objetivando a elimina\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis c\u00e9lulas cancerosas que tenham eventualmente permanecido ap\u00f3s a cirurgia. A dura\u00e7\u00e3o \u00e9 de cerca de 5-6 semanas, sendo aplicada de segunda \u00e0 sexta-feira, no esquema padr\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o controle da doen\u00e7a nos demais \u00f3rg\u00e3os, caso j\u00e1 tenha ocorrido dissemina\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas tumorais, indica-se a quimioterapia. Esse tratamento consiste em medicamentos que s\u00e3o aplicados por via endovenosa, sem necessidade de interna\u00e7\u00e3o hospitalar. De maneira geral, o tratamento \u00e9 bem tolerado. Existem diversos esquemas de quimioterapia, com diferentes medicamentos, cada um de dura\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. No esquema mais frequentemente empregado, a dura\u00e7\u00e3o \u00e9 de seis meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m dessas op\u00e7\u00f5es, existe a chamada hormonioterapia. Nessa modalidade, a paciente faz uso de medica\u00e7\u00e3o na forma de comprimido, com o objetivo de bloquear a a\u00e7\u00e3o do estr\u00f3geno na mama, em poss\u00edveis c\u00e9lulas tumorais restantes, evitando assim que esse horm\u00f4nio estimule a prolifera\u00e7\u00e3o das mesmas. No entanto, esse tratamento s\u00f3 est\u00e1 indicado quando as c\u00e9lulas do tumor apresentam receptores para estrog\u00eanio (30-50% dos casos na pr\u00e9-menopausa; 70-80% dos casos na p\u00f3s-menopausa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos casos em que o tumor j\u00e1 se disseminou para outros \u00f3rg\u00e3os, o tratamento pode ser feito com cirurgia, radioterapia, quimioterapia, tratamento hormonal isoladamente ou em combina\u00e7\u00f5es. Infelizmente, nesses casos n\u00e3o existe mais a chance de cura, por\u00e9m as op\u00e7\u00f5es atualmente dispon\u00edveis conseguem controlar a doen\u00e7a de maneira satisfat\u00f3ria, aumentando a sobrevida e melhorando a qualidade de vida das pacientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a name=\"Refer\u00eancias_bibliogr\u00e1ficas\"><\/a>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Savarese DMF. Patient information: Breast cancer guide to diagnosis and treatment. In: UptoDate Software v. 16.1, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Fletcher SW. Patient information: Risk factors for breast cancer. In: UptoDate Software v. 16.1, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Brasil. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Secretaria de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade. Instituto Nacional de C\u00e2ncer. Coordena\u00e7\u00e3o de Preven\u00e7\u00e3o e Vigil\u00e2ncia de C\u00e2ncer. Estimativas 2008: Incid\u00eancia de C\u00e2ncer no Brasil. Rio de Janeiro:INCA, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Copyright \u00a9 2015 Bibliomed, Inc. &#8211; Publicado em 28 de novembro de 2011 &#8211; Revisado em 30 de setembro de 2015<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"www.boasaude.com.br\">www.boasaude.com.br<\/a> &#8211; Equipe editorial Bibliomed<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o segundo tipo de c\u00e2ncer mais frequente em todo o mundo, sendo o mais comum entre as mulheres. A cada ano, aproximadamente 22% dos novos casos de c\u00e2ncer acometem a mama. 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