﻿{"id":42067,"date":"2018-03-08T19:47:05","date_gmt":"2018-03-08T19:47:05","guid":{"rendered":"http:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=42067"},"modified":"2018-03-08T19:50:41","modified_gmt":"2018-03-08T19:50:41","slug":"livros-de-leao-zagury-luiz-kignel-e-paulo-rosenbaum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=42067","title":{"rendered":"LIVROS: DE LE\u00c3O ZAGURY, LUIZ KIGNEL E PAULO ROSENBAUM"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"#\u00c9 ASSIM\">&#8220;\u00c9 ASSIM QUE EU CONTO&#8221; DE LE\u00c3O ZAGURY<\/a><\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong> <a href=\"#A MORTE\">&#8220;A MORTE N\u00c3O TOCA VIOLINO&#8221; DE LUIZ KIGNEL<\/a><\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong> <a href=\"#A PELE\">&#8220;A PELE QUE NOS DIVIDE: DI\u00c1FORAS CONTINENTAIS&#8221; DE PAULO ROSENBAUM<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><a name=\"\u00c9 ASSIM\"><\/a><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>&#8220;\u00c9 ASSIM QUE EU CONTO&#8221; DE LE\u00c3O ZAGURY<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.5;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-42068\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_1.jpg\" alt=\"308_fique_1_1\" width=\"103\" height=\"156\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_1.jpg 103w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_1-89x135.jpg 89w\" sizes=\"(max-width: 103px) 100vw, 103px\" \/><\/a>\u00c9 assim que eu conto<\/strong><span style=\"line-height: 1.5;\"> \u00e9 um livro sobre crescer e n\u00e3o esquecer. Um compilado de hist\u00f3rias que tecemos ao longo da vida em meio \u00e0s diferen\u00e7as. As lembran\u00e7as de um Zagury que \u00e9 ora inventor, ora protagonista. \u00c9 como uma saudade buc\u00f3lica, um final de tarde perto do rio Amazonas que banha Macap\u00e1, cidade de muitas personagens, repleta de mem\u00f3rias e nomes, pluralidade esta que pulsa na escrita do autor. As reminisc\u00eancias de um garoto judeu mapeiam gente de v\u00e1rios tipos, cren\u00e7as e diferen\u00e7as em um norte do pa\u00eds repleto de singularidades, fala mansa, premoni\u00e7\u00f5es, medos, casos de fam\u00edlia. A obra \u00e9 um recorte sobre a inf\u00e2ncia e seus deleites, as pessoas que perdemos, o pre\u00e7o da amizade, as inven\u00e7\u00f5es gastron\u00f4micas do Amap\u00e1, o crescer em meio \u00e0s diferen\u00e7as, a import\u00e2ncia que o m\u00e9dico deve dar \u00e0 rela\u00e7\u00e3o com seu paciente. O leitor \u00e9 transportado entre as lembran\u00e7as do tio, contador de hist\u00f3rias, e a vida m\u00e9dica de Zagury com a mesma intensidade que o autor descreve a perda do pai. Le\u00e3o Zagury vai da \u00e9poca de empinar pipas e tomar a cidade como um ato de rebeli\u00e3o sem causa \u00e0 delicadeza de um grande inventor de hist\u00f3rias. Cada hist\u00f3ria \u00e9 uma pausa num tempo que parece dobrar a esquina, t\u00e3o presente e ainda t\u00e3o vivo, com uma narrativa imag\u00e9tica t\u00e3o pr\u00f3xima que parece que estamos a espiar pela fechadura.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Minha trajet\u00f3ria foi marcada por uma sucess\u00e3o de hist\u00f3rias que contei para amigos. Provoquei risos e l\u00e1grimas. Resolvi fazer parecer mentiras as verdades que vivi&#8221;, diz <em>Le\u00e3o Zagury.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.5;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-42071\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_2.jpg\" alt=\"308_fique_1_2\" width=\"207\" height=\"310\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_2.jpg 856w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_2-90x135.jpg 90w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_2-167x250.jpg 167w\" sizes=\"(max-width: 207px) 100vw, 207px\" \/><\/a>Le\u00e3o Zagury \u00e9 judeu e m\u00e9dico endocrinologista. Presidiu a Academia de Medicina do Rio de Janeiro e foi fundador e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes. Cidad\u00e3o carioca e amapaense, \u00e9 autor de \u201cDiabetes sem medo\u201d, \u201cO menino e o macaco Caco\u201d e \u201cO jacar\u00e9 que comeu a noite\u201d. Conquistou o 1\u00ba lugar no concurso de poesias e 2\u00ba no de contos da Academia Brasileira de M\u00e9dicos Escritores em 2016.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><a name=\"A MORTE\"><\/a><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>&#8220;A MORTE N\u00c3O TOCA VIOLINO&#8221; DE LUIZ KIGNEL<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-42072\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_4.jpg\" alt=\"308_fique_1_4\" width=\"321\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_4.jpg 448w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_4-93x135.jpg 93w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_4-172x250.jpg 172w\" sizes=\"(max-width: 321px) 100vw, 321px\" \/><\/a>Mist\u00e9rio com doses de realidade no novo romance policial de Luiz KigneL<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Thomas Lengik \u00e9 um advogado mediano, rec\u00e9m-casado e pai de dois filhos, que luta para pagar as contas no final do m\u00eas e que ter\u00e1 que desvendar uma s\u00e9rie de mortes em um projeto cultural chamado M\u00fasica Cl\u00e1ssica Tamb\u00e9m \u00e9 Para voc\u00ea. Nesse segundo livro, tudo come\u00e7a com um conflito aparentemente irrelevante: m\u00fasica cl\u00e1ssica \u2013 uma apresenta\u00e7\u00e3o na Sala S\u00e3o Paulo \u2013 ou m\u00fasica popular \u2013 um show de Jo\u00e3o Gilberto? Lengik convence sua mulher de que devem ir \u00e0 orquestra, afinal, trata-se do lan\u00e7amento de um projeto de difus\u00e3o cultural comandado por uma grande amiga, que trabalha no gabinete do governador do Estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada, no entanto, ocorre de acordo com o planejado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em A morte tudo resolve, romance de estreia de Luiz Kignel, acompanhamos Thomas Lengik em seu primeiro grande caso. Nesse segundo livro da s\u00e9rie policial passeamos por uma S\u00e3o Paulo sofisticada, culta e elegante, mas pouco sincera, onde as mortes sempre envolvem um enigma que precisa ser decifrado rapidamente e sem chamar a aten\u00e7\u00e3o da m\u00eddia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA Morte N\u00e3o Toca Violino\u201d conta novas desventuras de Thomas Lengik (o sobrenome do autor ao contr\u00e1rio). Pol\u00edtica, m\u00fasica, detalhes: tudo precisa entrar na conta de Lengik. Mas ele n\u00e3o vai fugir desse novo desafio. A dose de realidade fica por conta de Nathan Schwartzman, 88 anos, violinista renomado e sogro do autor que inspira um dos personagens da hist\u00f3ria como forma de homenagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E tem mais, o terceiro livro da trilogia j\u00e1 est\u00e1 sendo escrito e ganhar\u00e1 o nome \u201cA Morte Nasceu Para Todos.\u201d E assim como os dois primeiros, Kignel avisa: \u201cn\u00e3o conter\u00e1 cenas de viol\u00eancia, apenas mist\u00e9rio.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-42073\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_5.jpg\" alt=\"308_fique_1_5\" width=\"256\" height=\"162\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_5.jpg 300w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_5-142x90.jpg 142w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_5-213x135.jpg 213w\" sizes=\"(max-width: 256px) 100vw, 256px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luiz Kignel \u00e9 advogado, especializado em sucess\u00e3o familiar. \u00c9 s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Pompeu, Longo e Kignel Advogados e autor dos livros jur\u00eddicos Os neg\u00f3cios e o Direito: sobreviv\u00eancia legal no Brasil, Patrim\u00f4nio e sucess\u00e3o: defendendo os herdeiros e os neg\u00f3cios e Planejamento sucess\u00f3rio: aspectos familiares, societ\u00e1rios e tribut\u00e1rios. Este \u00e9 seu segundo romance policial, s\u00e9rie que come\u00e7ou com A morte tudo resolve (Alameda, 2012).<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><a name=\"A PELE\"><\/a><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>&#8220;A PELE QUE NOS DIVIDE: DI\u00c1FORAS CONTINENTAIS&#8221; DE PAULO ROSENBAUM<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"line-height: 1.5;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_6.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-42069\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_6.png\" alt=\"308_fique_1_6\" width=\"260\" height=\"398\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_6.png 389w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_6-88x135.png 88w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_6-163x250.png 163w\" sizes=\"(max-width: 260px) 100vw, 260px\" \/><\/a><strong>\u201cSer poeta significa presidir como juiz a si mesmo\u201d &#8211; Henrik Ibsen<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Quixote+Do Editoras Associadas, editora mineira em atividade desde Mar\u00e7o de 2017, lan\u00e7a \u201c<strong>A pele que nos divide: di\u00e1foras continentais<\/strong>\u201d, novo livro do poeta e romancista Paulo Rosenbaum. O livro re\u00fane poemas que para Lyslei Nascimento, professora de Literatura Comparada e Teoria da Literatura na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, ecoam a c\u00e9lebre li\u00e7\u00e3o de Carlos Drummond de Andrade: \u201cpenetre surdamente no reino das palavras, elide sujeito e objeto, chegue mais perto e contemple as palavras: ei-las impregnadas de m\u00faltiplos sentidos, em estado de dicion\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Nascimento, esse estado de dicion\u00e1rio da poesia de Paulo Rosenbaum traduz-se em \u201cimpens\u00e1veis palavras\u201d, \u201clevas de assombros\u201d, \u201cpap\u00e9is pisados\u201d, numa l\u00edrica tens\u00e3o entre o que \u00e9 exato e m\u00faltiplo simultaneamente. Para Wander Melo Miranda, que apresenta o livro, \u201ceste livro se afasta da orienta\u00e7\u00e3o dominante na poesia brasileira contempor\u00e2nea, apegada em geral ao que se poderia chamar de \u201ctrivial e corriqueiro\u201d e \u201cpor isso o livro \u00e9 uma esp\u00e9cie de Muro das Lamenta\u00e7\u00f5es \u2013 \u201cdescont\u00ednua di\u00e1spora\/livro de bilhetes\u201d (\u201cOde ao Muro\u201d) \u2013 que se ergue como testamento e press\u00e1gio, conforto e desola\u00e7\u00e3o, linguagem e sil\u00eancio: palavra tornada coisa em si mesma\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conjunto de poemas aqui reunidos surge no momento apropriado, depois de Rosenbaum se firmar como romancista. \u201c<em>Di\u00e1foras continentais<\/em> convida o leitor a experimentar o poder redentor das palavras, capazes de se perguntar sobre a realidade e, ao mesmo tempo, de promover um salto para o maravilhoso e o on\u00edrico \u2013 ou mesmo para o tr\u00e1gico\u201d escreveu Fernando Paix\u00e3o no pref\u00e1cio. E para Nelson Archer, que assina o posf\u00e1cio do livro, os poemas reunidos em \u201cA Pele que nos divide\u201d configuram-se como metapoesia cr\u00edtica \u00e9 , moderna e arcaica ao mesmo tempo, pois diz de sua pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o judaica. O que Rosenbaum nos oferece neste livro \u00e9 o proverbial s\u00e9timo dia da cria\u00e7\u00e3o, aquele dia no qual nos dedicamos ao repouso dos m\u00fasculos, mas n\u00e3o da mente: o shabbat perp\u00e9tuo da poesia\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em mais um momento cr\u00edtico da hist\u00f3ria, no qual surtos xenof\u00f3bicos e espasmos de trucul\u00eancia disfar\u00e7ados de solu\u00e7\u00e3o aparecem ao redor do mundo, um livro de poesias parece deslocado e rigorosamente desnecess\u00e1rio. Pois esta costuma ser a marca da resist\u00eancia. Todo poema \u00e9 um instant\u00e2neo que n\u00e3o se deixa abater pelo \u00fatil nem submeter-se ao necess\u00e1rio. Contra o vendaval de coisas passageiras, a poesia permanece. Afinal, ela \u00e9 o registro de toda nossa invisibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Sobre o autor<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_7.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-42070\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_7.jpg\" alt=\"308_fique_1_7\" width=\"188\" height=\"185\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_7.jpg 254w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_7-137x135.jpg 137w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/308_fique_1_7-50x50.jpg 50w\" sizes=\"(max-width: 188px) 100vw, 188px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo Rosenbaum \u00e9 poeta e romancista e escreve para o Estad\u00e3o (blog Conto de Not\u00edcia). M\u00e9dico, p\u00f3s-doutor em Ci\u00eancias, \u00e9 autor de A verdade lan\u00e7ada ao solo (Record, 2010) e C\u00e9u Subterr\u00e2neo (Perspectiva,2016).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;\u00c9 ASSIM QUE EU CONTO&#8221; DE LE\u00c3O ZAGURY &#8220;A MORTE N\u00c3O TOCA VIOLINO&#8221; DE LUIZ KIGNEL &#8220;A PELE QUE NOS DIVIDE: DI\u00c1FORAS CONTINENTAIS&#8221; DE PAULO ROSENBAUM &#8220;\u00c9 ASSIM QUE EU CONTO&#8221; DE LE\u00c3O ZAGURY \u00c9 assim que eu conto \u00e9 um livro sobre crescer e n\u00e3o esquecer. 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