﻿{"id":55806,"date":"2020-10-24T21:28:53","date_gmt":"2020-10-24T21:28:53","guid":{"rendered":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=55806"},"modified":"2020-10-24T21:28:53","modified_gmt":"2020-10-24T21:28:53","slug":"nossos-piratas-por-henrique-veltman","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=55806","title":{"rendered":"NOSSOS PIRATAS &#8211; POR HENRIQUE VELTMAN"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-55808 alignleft\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/365_especial_2_1-250x250.png\" alt=\"\" width=\"221\" height=\"221\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/365_especial_2_1-250x250.png 250w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/365_especial_2_1-135x135.png 135w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/365_especial_2_1-50x50.png 50w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/365_especial_2_1.png 321w\" sizes=\"(max-width: 221px) 100vw, 221px\" \/>A partir do s\u00e9culo XVI a multid\u00e3o de judeus pobres, desvalida e desamparada, exilada da Europa e sem aux\u00edlio nem prote\u00e7\u00e3o, foi transportada da Holanda pela Companhia das \u00cdndias Orientais, inicialmente para Pernambuco, depois para as ilhas e col\u00f4nias do Caribe. E foi ali que muitos deles se juntaram \u00e0s naus piratas, (dos holandeses e dos ingleses) para tomar os produtos de saques dos espanh\u00f3is e portugueses roubados dos ind\u00edgenas e povos pr\u00e9-colombianos do M\u00e9xico, das Antilhas e da Am\u00e9rica do Sul, principalmente ouro, prata e diamante.<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A invas\u00e3o do Rio pela tropa de Duguay-Trouin completou h\u00e1 poucos dias 309 anos. O cors\u00e1rio franc\u00eas entrou na Ba\u00eda de Guanabara em 12 de setembro de 1711. Comandava uma esquadra de 17 navios e mais de 5.800 homens, com ordens do rei Lu\u00eds XIV para levar o que estivesse ao alcance. Assustado, o governador abandonou a cidade \u00e0 pr\u00f3pria sorte. Os bucaneiros amea\u00e7aram destruir tudo se n\u00e3o recebessem o resgate desejado. Partiram com 610 mil cruzados, cem caixas de a\u00e7\u00facar e 200 bois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Passados tr\u00eas s\u00e9culos, o Rio de Janeiro continua a conviver com pilhagens. Os novos cors\u00e1rios falam portugu\u00eas e dispensam o uso de fragatas. Acessam o cofre com a permiss\u00e3o do eleitor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas falemos dos nossos cors\u00e1rios, tamb\u00e9m conhecidos como piratas. Eles eram homens que se dedicavam ao roubo de cargas de embarca\u00e7\u00f5es. Eram financiados por governos que queriam provocar preju\u00edzos econ\u00f4micos \u00e0s na\u00e7\u00f5es inimigas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O per\u00edodo em que a a\u00e7\u00e3o destes piratas foi mais efetiva ocorreu entre os s\u00e9culos XV e XVIII.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os cors\u00e1rios viviam fora da lei, realizando roubos e com\u00e9rcio ilegal de mercadorias. Eram organizados e costumavam dar prefer\u00eancia pelo saque de embarca\u00e7\u00f5es carregadas de metais preciosos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Brasil sofreu o ataque deles durante o s\u00e9culo XVI. Como Portugal ainda n\u00e3o havia colonizado o litoral brasileiro, os cors\u00e1rios costumavam explorar ilegalmente o pau-brasil da Mata Atl\u00e2ntica. A cria\u00e7\u00e3o do sistema de capitanias heredit\u00e1rias pela corte portuguesa tinha como um dos objetivos principais evitar o ataque dos cors\u00e1rios no litoral brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tese, a pr\u00e1tica do corso foi extinta no s\u00e9culo XIX. O Tratado de Paris (1856) colocou fim oficialmente a esta pr\u00e1tica ilegal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada obstante, os judeus tiveram um papel importante no corso, na pirataria. Eu aprendi que a diferen\u00e7a entre cors\u00e1rio e pirata era bem simples, o cors\u00e1rio agia, geralmente, com o apoio, discreto ou n\u00e3o, das testas coroadas, reis e rainhas da civilizada Europa. J\u00e1 os piratas eram os rebeldes, a livre iniciativa do roubo. E justamente a\u00ed operavam nossos incr\u00edveis patr\u00edcios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sinan, conhecido como o Grande Judeu, nasceu na Turquia, primeiro ajudante do Barba Ruiva, atuava no Mediterr\u00e2neo sendo nomeado depois como supremo comandante da marinha do sult\u00e3o otomano. Seus restos mortais est\u00e3o no cemit\u00e9rio judaico de Tirana, na Albania, na sua bandeira havia o Maguen David. Sua matzeiva est\u00e1 inscrita (at\u00e9 onde se consegue ler, est\u00e1 muito avariada) em hebraico e portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s o decreto assinado pelos famigerados reis de Castela, Fernando e Izabel em 1492, a Igreja Cat\u00f3lica, pelos tribunais do Santo Of\u00edcio torturou, expulsou, matou e confiscou todos os bens da comunidade judaica de Portugal e Espanha em nome da Inquisi\u00e7\u00e3o. Eu detestei a s\u00e9rie de TV, Isabel de Castela, transmitida recentemente pela Globosat, Teve gente que gostou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos judeus, levando poucas roupas e alguns objetos de uso pessoal, fugiram para a Holanda, Marrocos. Ilhas gregas e para o Caribe rec\u00e9m-descoberto, em busca da moral, da sua religiosidade e da liberdade social e econ\u00f4mica para sua sobreviv\u00eancia e da sua fam\u00edlia. O primeiro \u00eaxodo pelo Oceano Atl\u00e2ntico se deu com a expedi\u00e7\u00e3o de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo que partiu do porto de Palos, na regi\u00e3o da Andaluzia, para \u2018descobrir\u2019 as Am\u00e9ricas em 1492. Quando estive em Cura\u00e7au, nos anos 1990, visitei o pequeno museu da primeira Sinagoga das Am\u00e9ricas em funcionamento at\u00e9 os dias atuais, localizada na Rua Crist\u00f3v\u00e3o Colombo (Crist\u00f3bal Colon Strasse), aquela sinagoga de ch\u00e3o de areia. Ali mesmo vislumbrei um sefer Tor\u00e1 muito antigo, supostamente conduzido por Colombo em sua nau caravela. Antiga, mas n\u00e3o sei se \u00e9 hist\u00f3ria ou lenda, a conferir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir do s\u00e9culo XVI a multid\u00e3o de judeus pobres, desvalida e desamparada, exilada da Europa e sem aux\u00edlio nem prote\u00e7\u00e3o, foi transportada da Holanda pela Companhia das \u00cdndias Orientais, inicialmente para Pernambuco, depois para as ilhas e col\u00f4nias do Caribe. E foi ali que muitos deles se juntaram \u00e0s naus piratas, (dos holandeses e dos ingleses) para tomar os produtos de saques dos espanh\u00f3is e portugueses roubados dos ind\u00edgenas e povos pr\u00e9-colombianos do M\u00e9xico, das Antilhas e da Am\u00e9rica do Sul, principalmente ouro, prata e diamante. Assim, entre outros motivos, a fim de que estes tesouros n\u00e3o chegassem \u00e0s m\u00e3os de governantes da pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e It\u00e1lia, que eram comandados pela Igreja Cat\u00f3lica. Era a vingan\u00e7a dos judeus contra todos e tudo que passaram na Europa, constituindo um verdadeiro golpe contra as gloriosas armadas espanhola e portuguesa, ditas como invenc\u00edveis, espalhando terror entre elas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas ilhas do Caribe desenvolveram uma nova vida e se fortaleceram. Ali, muitos judeus se fizeram piratas e cors\u00e1rios, navegando em busca da liberdade e como um ato de vingan\u00e7a contra aqueles que os humilharam, expulsaram e confiscaram seus bens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um grande n\u00famero chegou ao Caribe com as naus holandesas no S\u00e9culo XVII ap\u00f3s serem expulsos pelos portugueses do Nordeste Brasileiro em 1654. Houve intensa miscigena\u00e7\u00e3o com as popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e negras como, ali\u00e1s, j\u00e1 havia acontecido no interior nordestino do Brasil. Havia judeus no Quilombo dos Palmares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Caribe, os piratas judeus, orgulhosos de sua origem e identidade, deram nomes hebraicos aos seus barcos; ainda hoje, em Cura\u00e7au e nas ilhas vizinhas, podem ser avistadas embarca\u00e7\u00f5es nomeadas como \u201cEscudo de Abraham\u201d, \u201cProfeta Samuel\u201d e \u201cRainha Ester\u201d. Nos antigos cemit\u00e9rios judaicos espalhados na Jamaica, Cura\u00e7ao, Bonaire, Aruba, Barbados, outras ilhas, e em Nova York, em Chatam Square, sepulturas inscritas em hebraico ou portugu\u00eas, ao lado do s\u00edmbolo pirata da caveira com dois ossos entrela\u00e7ados. Preservavam o Shabat n\u00e3o lutando nos dias santificados e em algumas ilhas montaram pequenas sinagogas em solo arenoso. Por que na areia?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os piratas judeus mais not\u00e1veis se destacam nomes como Dom Mois\u00e9s Cohen Enriques e seu irm\u00e3o Abra\u00e3o, que se aliaram ao almirante holand\u00eas Piet Hayne em 1628; o rabino Samuel Pallache, marroquino, amigo pessoal do pr\u00edncipe holand\u00eas Maur\u00edcio de Nassau, que tinha bandeira holandesa em sua nau com tripula\u00e7\u00e3o marrana; o franc\u00eas Jean Lafitte, que ajudou Andrew Jackson a derrotar os ingleses na batalha de Nova Orleans em 1815; e Yacov Mashaj e sua esposa Deborah; David Abravanel, descendente de rabinos espanh\u00f3is e possivelmente antepassado do nosso Silvio Santos: escapando da Inquisi\u00e7\u00e3o foi para as Antilhas se tornando bucaneiro, assolou as costas sul-americanas, utilizando o pseud\u00f4nimo \u201cCapit\u00e3o Davis\u201d, comandou uma nau caravela chamada \u201cThe Jerusal\u00e9m\u201d &#8211; tinha a caracter\u00edstica de n\u00e3o atacar no Shabat e seus alimentos eram rigorosamente \u201ccasher\u201d,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 documentos de viagem escritos em caracteres hebraicos. O Capit\u00e3o Davis era amigo do filho do cors\u00e1rio Sir Francis Drake e estabeleceram uma alian\u00e7a anti-espanhola que ficou conhecida como \u201cFraternidade da Bandeira Negra\u201d, a BLACK FLAG FRATERNITY. O judeu Yakov Curiel possu\u00eda tr\u00eas barcos cors\u00e1rios, e em certa \u00e9poca abandonou suas atividades, viajou para a Palestina onde se dedicou ao estudo da Cabala em Safed (Tsfat), de 1534 a 1572, foi aluno de Isaac Luria. Foi sepultado no velh\u00edssimo cemit\u00e9rio de Tiberiades, junto ao tumulo de Luria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui do lado<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a descoberta das Am\u00e9ricas, os piratas se concentraram nas riquezas que eram extra\u00eddas para serem levadas \u00e0 Europa. O litoral brasileiro n\u00e3o ficou imune \u00e0s investidas dos piratas e Ilhabela foi palco de muitos deles desde 1553. Principalmente no lado leste da ilha onde, por sua costa acidentada, os ladr\u00f5es dos mares podiam esconder-se e ao mesmo tempo fazer reparos em suas embarca\u00e7\u00f5es e abastec\u00ea-las.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Saco do Sombrio era o ponto perfeito para isso; ficavam \u00e0 espreita para atacar os navios espanh\u00f3is e portugueses que por ali passavam. At\u00e9 o padre Jos\u00e9 de Anchieta, em 1582, que ia de Santos ao Rio de Janeiro de canoa teve que ancorar em Ilhabela por conta do ataque de Edward Fonton, cors\u00e1rio ingl\u00eas. Outros piratas passaram por Ilhabela e deixaram marcas: Francis Drake, Anthony Knivet e Duguay-Trouin.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mais famoso pirata que por Ilhabela passou, sem sombra de d\u00favida, foi Thomas Cavendish. \u201cEm 1591 Cavendish deixou o porto de Plymouth, na Inglaterra, com cinco navios e mais de 400 homens, e rumou para Ilhabela. O objetivo inicial da esquadra era atacar a Vila de Santos, e a frota ancorou na Ilha para se reabastecer e arquitetar seus planos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO ataque foi armado para a noite de Natal desse ano, quando dois navios ingleses entraram na pequena vila e aprisionaram toda a sua popula\u00e7\u00e3o, que ent\u00e3o assistia \u00e0 Missa do Galo na igreja local. Com a cidade dominada, o resto da esquadra foi chamada em Ilhabela para realizar a pilhagem\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os piratas permaneceram ali, dominando os habitantes e a guarni\u00e7\u00e3o militar portuguesa at\u00e9 3 de fevereiro de 1592, quando partiram rumo ao Estreito de Magalh\u00e3es para tentar a circunavega\u00e7\u00e3o do globo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cavendish j\u00e1 havia realizado a fa\u00e7anha, pelo que era considerado um her\u00f3i na corte da rainha Elizabeth I. A esquadra quase foi dizimada pelas tormentas no extremo sul do continente. Dois navios afundaram, e os tr\u00eas remanescentes se perderam uns dos outros. Cavendish retornou com seu gale\u00e3o Leicester para Ilhabela, em busca de abrigo seguro para reparar o navio e reabastec\u00ea- lo. Aqui encontraram outro navio de sua esquadra, o Roembuck, e aportaram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Poucas semanas depois tiveram que enfrentar uma esquadra portuguesa chefiada por Martim Correia de S\u00e1, que veio combat\u00ea-los. Fugiram para o norte, na dire\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. E retornaram \u00e0 Ilhabela alguns meses depois, com o projeto de queimar um dos navios, equipar o outro e seguir novamente para o Estreito de Magalh\u00e3es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCom medo, parte da tripula\u00e7\u00e3o amotinou e se refugiou na Ilha. O capit\u00e3o do navio Roembuk, o judeu Abraham Cocke, teria descido definitivamente em Ilhabela com seus homens. O fato \u00e9 que nunca mais se ouviu falar deles. Cavendish tentou retornar \u00e0 Inglaterra com o Leicester, mas morreu doente \u00e0 bordo, no final de 1592, antes do navio alcan\u00e7ar seu destino&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Praia do Bonete<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria dos moradores da praia do Bonete, no leste da ilha, tem olhos de um azul profundo. Muitos dos que nasceram l\u00e1 contam que seus antepassados eram descendentes de piratas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todas essas informa\u00e7\u00f5es sobre a presen\u00e7a dos piratas na Ilhabela foram publicadas pelo jornal Imprensa Livre, de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Nos cadernos de fim de semana, as hist\u00f3rias da Ilhabela e da passagem de piratas e judeus eram uma constante \u2013 muitas delas assinada pelo jornalista Laerte Fernandes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fontes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Sim\u00e3o Ar\u00e3o Pecher &#8211; Academia Brasileira de M\u00e9dicos Escritores (ABRAMES) &#8211; <a href=\"http:\/\/simaopecher@yahoo.com.br&lt;simaopecher@yahoo.com.br&gt;\">simaopecher@yahoo.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Edward Kritzler: Jewish Pirates of the Caribbean. 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Mordechai Arbell: The Jewish Nation in the Caribbean. 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Moshe Vainroj: Los Piratas Judios de Jamaica. ESefarad. 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Rabino Nissan Ben Avraham: Piratas Judeus no Caribe. Shavei Israel. 13.10.2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Reginaldo Jonas Heller: Di\u00e1spora Atl\u00e2ntica=A Na\u00e7\u00e3o Judaica no Caribe, s\u00e9culos XVII e XVIII \u2013 Tese de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o-Universidade Federal Fluminense. 2008<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-Sim\u00e3o Ar\u00e3o Pecher: Inquisi\u00e7\u00e3o e Nazismo. Comit\u00e9 Israelita do Amazonas. 2.10.2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jornal Imprensa Livre, S\u00e3o Sebasti\u00e3o, 2004, 2005, 2006<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>HENRIQUE VELTMAN \u00e9 jornalista.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/hbv@uol.com.br&lt;hbv@uol.com.br&gt;\">hbv@uol.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir do s\u00e9culo XVI a multid\u00e3o de judeus pobres, desvalida e desamparada, exilada da Europa e sem aux\u00edlio nem prote\u00e7\u00e3o, foi transportada da Holanda pela Companhia das \u00cdndias Orientais, inicialmente para Pernambuco, depois para as ilhas e col\u00f4nias do Caribe. 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