﻿{"id":64953,"date":"2023-09-09T19:16:43","date_gmt":"2023-09-09T19:16:43","guid":{"rendered":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=64953"},"modified":"2023-09-09T19:40:15","modified_gmt":"2023-09-09T19:40:15","slug":"lancamento-de-livros-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=64953","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento de livros"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u201cArmagedom\u201d de Alexandre Santos, \u201cLayla e a Uva\u201d de Eliane Tonello em portugu\u00eas, hebraico, franc\u00eas e alem\u00e3o, \u201cFilipson: mem\u00f3rias de uma menina na primeira col\u00f4nia judaica no Rio Grande do Sul (1904\u20101920)\u201d de Frida Alexandr e e-book \u201cHolocausto: tudo o que voc\u00ea precisa saber\u201d.<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Armagedom de Alexandre Santos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-64954\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_1.jpg\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"536\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_1.jpg 464w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_1-96x135.jpg 96w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_1-177x250.jpg 177w\" sizes=\"(max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><\/a>Ao longo da hist\u00f3ria, muitos l\u00edderes (especialmente aqueles de natureza religiosa) v\u00eam especulando sobre o fim dos tempos &#8211; se perguntam quando e como a Humanidade ser\u00e1 extinta. Este \u00e9 o tema do romance \u2018Armagedom\u2019, de Alexandre Santos, cujo texto trata da eterna luta do bem contra o mal, na perspectiva do livro do Apocalipse. Como nos escritos antigos &#8211; que associam o fim dos tempos a grandes pecados e apontam sinais do cataclismo final -, \u2018Armagedom\u2019 registra o tsunami de 2004, o surgimento da AIDS, a presen\u00e7a de grandes nuvens de gafanhotos no sul do Brasil, tempestades de areia saariana no M\u00e9xico, a pandemia de coronav\u00edrus, aumento da fome e da viol\u00eancia como alguns dos sinais da aproxima\u00e7\u00e3o do Ju\u00edzo Final e conta uma grande aventura com o prop\u00f3sito de evitar o cumprimento das profecias de Jo\u00e3o. \u2018Armagedom\u2019 \u00e9 um livro ousado e desnuda alguns dos frequentes pecados que, embora graves, v\u00eam sendo cometidos de forma impune e, se n\u00e3o contidos \u00e0 tempo, poder\u00e3o levar a Humanidade \u00e0 barb\u00e1rie terminal. N\u00e3o \u00e9 livro para fracos de esp\u00edrito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SOBRE ALEXANDRE SANTOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor de romances e contos premiados, Alexandre Santos marca presen\u00e7a em diversas searas da cena cultural. Al\u00e9m de coordenador nacional da C\u00e2mara Brasileira de Desenvolvimento Cultural, editor-geral do seman\u00e1rio \u2018A voz do Escritor\u2019 e diretor-geral do Canal Arte Agora, Alexandre Santos alimenta as redes sociais com cr\u00f4nicas di\u00e1rias sobre a conjuntura pol\u00edtica e econ\u00f4mica do Pa\u00eds.<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Eliane Tonello lan\u00e7a obra em portugu\u00eas, hebraico, franc\u00eas e alem\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Livraria Cameron de Porto Alegre e em parceria com a A\u00f4ba Kids, no Shopping Burbom Country, ocorreu o lan\u00e7amento e sess\u00e3o de aut\u00f3grafos da segunda edi\u00e7\u00e3o da obra <strong>\u201cLayla e a Uva &#8211; edi\u00e7\u00e3o para colorir\u201d<\/strong>, da escritora Eliane Tonello, com quatro idiomas em um s\u00f3 livro: portugu\u00eas, hebraico, franc\u00eas e alem\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira edi\u00e7\u00e3o, lan\u00e7ada durante a pandemia, j\u00e1 encantou crian\u00e7as, adultos e adultos maduros. Na obra <em>Layla e a Uva<\/em> (2020) a menina Layla, que mora na cidade, escolhe passar as f\u00e9rias no campo para realizar um sonho. Edi\u00e7\u00e3o quadril\u00edngue (portugu\u00eas, italiano, espanhol e ingl\u00eas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-64955 alignleft\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_2.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_2.jpg 250w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_2-135x135.jpg 135w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_2-50x50.jpg 50w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a>Mauro da Silva Gomes (Kaow), ilustrador da segunda edi\u00e7\u00e3o, assim nos diz: &#8220;Foi uma satisfa\u00e7\u00e3o trabalhar neste projeto. Uma sensa\u00e7\u00e3o de foco e esfor\u00e7o colocados em cada p\u00e1gina, foi um prazer estar na produ\u00e7\u00e3o do livro! Com disciplina e os estudos certos se alcan\u00e7am nossos objetivos. A chave \u00e9 n\u00e3o desistir do que se faz\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O papel do sonhar \u00e9 importante pois elucida o in\u00edcio da capacidade simb\u00f3lica do sujeito capaz de decodificar e expressar os afetos. Al\u00e9m de consolidar a mem\u00f3ria, mostra sinais de bem-estar, sa\u00fade e autoconhecimento. J\u00e1 dizia o poeta M\u00e1rio Quintana, &#8220;a vida \u00e9 um dever que trouxemos para fazer em casa&#8230;.&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando dentro de casa \u00e9 estimulada a fantasia e a concretiza\u00e7\u00e3o dos sonhos, o mundo exterior se torna menos amedrontador. Defende Jean Piaget que h\u00e1 um tipo de intelig\u00eancia criadora que inventa o novo e introduz no mundo algo que n\u00e3o existia. Quem inventa, rompe maneiras de pensar e agir decorrentes de tradi\u00e7\u00f5es cristalizadas. N\u00e3o se pode ter medo de errar mesmo sabendo que se estar\u00e1 em terras desconhecidas.<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Filipson: mem\u00f3rias de uma menina na primeira col\u00f4nia judaica no Rio Grande do Sul (1904\u20101920)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_3.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-64956  alignleft\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_3.png\" alt=\"\" width=\"253\" height=\"316\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_3.png 201w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_3-108x135.png 108w\" sizes=\"(max-width: 253px) 100vw, 253px\" \/><\/a>\u201cJ\u00e1 ouviram falar de Filipson? Um nome esquisito. Nem parece brasileiro. Mas, dentro do Brasil imenso, constitu\u00eda um pontinho min\u00fasculo que ficava l\u00e1 nas bandas do Sul, perdido no meio de diversas col\u00f4nias pr\u00f3speras compostas em sua maioria de imigrantes espanh\u00f3is, italianos e alem\u00e3es e uma ou outra fazenda de brasileiros\u201d<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a primeira linha, Frida Alexandr surpreende o leitor, interpelando\u2010o com uma pergunta. Mesmo em 1967, quando suas mem\u00f3rias foram publicadas em edi\u00e7\u00e3o restrita, provavelmente poucos responderiam afirmativamente \u00e0 sua quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filipson foi a primeira col\u00f4nia judaica oficial do Brasil, formada por imigrantes judeus provenientes da Bessar\u00e1bia (na regi\u00e3o onde atualmente se localiza a Mold\u00e1via). Os pais e irm\u00e3os mais velhos de Frida chegaram com o grupo pioneiro, em 1904. Em Filipson: mem\u00f3rias de uma menina na primeira col\u00f4nia judaica no Rio Grande do Sul (1904\u20101920), Frida faz um registro de sua inf\u00e2ncia na col\u00f4nia onde nasceu at\u00e9 a melanc\u00f3lica despedida, em 1920, quando a fam\u00edlia decide partir novamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os dois pontos, desliza a mem\u00f3ria de Frida, que organiza os fatos sem a preocupa\u00e7\u00e3o de orden\u00e1\u2010los no tempo. O importante \u00e9 como as cenas \u2014 que envolvem seus familiares, sua passagem pela escola, as dificuldades financeiras da fam\u00edlia, as amea\u00e7as representadas por uma natureza nem sempre hospitaleira \u2014 repercutem em sua sensibilidade. Frida se vale da linguagem para transmitir a emo\u00e7\u00e3o na forma como a vivenciou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filipson, com posf\u00e1cio da pesquisadora e escritora Regina Zilberman, \u00e9 um testemunho de uma etapa do processo de adapta\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o dos judeus do leste da Europa no Brasil. Mas esse car\u00e1ter documental \u00e9 acompanhado pela recupera\u00e7\u00e3o sens\u00edvel daqueles momentos fundadores, como se a autora, \u00e0 maneira de Proust, fosse em busca das viv\u00eancias daquele tempo, para transmiti\u2010lo a um leitor que pouco conhece sobre o per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre Frida Alexandr<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Frida Alexandr (29 de dezembro de 1906 \u2013 7 de junho de 1973) foi dona de casa, volunt\u00e1ria e autora judaico\u2010brasileira. Filipson, sua \u00fanica obra publicada, descreve a col\u00f4nia agr\u00edcola estabelecida por imigrantes judeus no Rio Grande do Sul no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Ela foi a primeira mulher a publicar hist\u00f3rias sobre imigrantes judeus a viverem no Brasil rural e a \u00fanica mulher de Filipson a escrever sobre a col\u00f4nia de uma perspectiva pessoal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre Regina Zilberman<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regina Zilberman \u00e9 doutora pela Universidade de Heidelberg, com est\u00e1gios de p\u00f3s\u2010doutorado na Inglaterra (University College London) e nos Estados Unidos (Brown University). \u00c9 pesquisadora do CNPq e professora associada do Instituto de Letras, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Publicou, entre outras obras, Est\u00e9tica da recep\u00e7\u00e3o e hist\u00f3ria da literatura e A forma\u00e7\u00e3o da leitura no Brasil.<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Museu lan\u00e7a e-book \u201cHolocausto: tudo o que voc\u00ea precisa saber\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-64957 size-full alignleft\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_4.jpg\" alt=\"\" width=\"248\" height=\"372\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_4.jpg 248w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_4-90x135.jpg 90w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/418_Fique_2_4-167x250.jpg 167w\" sizes=\"(max-width: 248px) 100vw, 248px\" \/><\/a>Com 70 perguntas e respostas r\u00e1pidas e objetivas elaboradas por especialistas, o Museu do Holocausto lan\u00e7ou o e-book &#8220;Holocausto: tudo o que voc\u00ea precisa saber&#8221;. A obra, lan\u00e7ada em 1\u00ba de junho, traz n\u00e3o apenas informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas precisas, mas aborda quest\u00f5es \u00e9ticas e sociais relevantes para os dias de hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O principal objetivo do trabalho \u00e9 combater os negacionismos, not\u00edcias falsas e a desinforma\u00e7\u00e3o. O enfrentamento a esses fen\u00f4menos atuais \u00e9 feito por meio de comprova\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. \u201cO livro pode ser muito \u00fatil, elucidar d\u00favidas e ser empregado nos mais diversos ambientes, da sala de aula ao almo\u00e7o em fam\u00edlia\u201d, refor\u00e7a Michel Ehrlich, coordenador de Hist\u00f3ria do Museu e autor do texto \u201cA que serve um FAQ?\u201d, presente na obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O livro \u00e9 tamb\u00e9m o resultado da uni\u00e3o entre as premissas da exist\u00eancia do Museu (e seus objetivos educativos) e o compromisso do Brasil, ao ingressar recentemente na Alian\u00e7a Internacional de Mem\u00f3ria do Holocausto (IHRA), de sua responsabilidade perante o mundo em refor\u00e7ar as iniciativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 transmiss\u00e3o dos legados desse genoc\u00eddio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A obra \u00e9 fruto de um projeto de Andrea Bidlovski com o coordenador-geral do Museu do Holocausto, Carlos Reiss. \u201cHoje entendo que aprender sobre o Holocausto \u00e9 tamb\u00e9m aprender sobre Justi\u00e7a, Direitos Humanos, liberdade, resist\u00eancia, toler\u00e2ncia, empatia e resili\u00eancia\u201d, afirma Bidlovski.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na apresenta\u00e7\u00e3o do livro, Carlos Reiss destaca a import\u00e2ncia da toler\u00e2ncia, do combate ao preconceito e do respeito \u00e0 diversidade e alerta para os perigos do fascismo e dos riscos \u00e0 democracia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cArmagedom\u201d de Alexandre Santos, \u201cLayla e a Uva\u201d de Eliane Tonello em portugu\u00eas, hebraico, franc\u00eas e alem\u00e3o, \u201cFilipson: mem\u00f3rias de uma menina na primeira col\u00f4nia judaica no Rio Grande do Sul (1904\u20101920)\u201d de Frida Alexandr e e-book \u201cHolocausto: tudo o que voc\u00ea precisa saber\u201d. 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