﻿{"id":65386,"date":"2023-10-28T17:25:05","date_gmt":"2023-10-28T17:25:05","guid":{"rendered":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=65386"},"modified":"2023-11-11T20:00:17","modified_gmt":"2023-11-11T20:00:17","slug":"israel-e-o-terrorismo-do-hamas-por-lionel-zaclis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=65386","title":{"rendered":"Israel e o terrorismo do Hamas \u2013 Por Lionel Zaclis"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O conflito territorial entre israelenses (conhecidos como \u201cjudeus palestinos\u201d antes da independ\u00eancia de Israel) e \u00e1rabes palestinos n\u00e3o configura algo insol\u00favel, desde que se consiga neutralizar a influ\u00eancia do fundamentalismo isl\u00e2mico, apoiado no terror, esta, sim, praticamente insol\u00favel. Para que possamos compreender o assunto, \u00e9 importante tecermos algumas breves no\u00e7\u00f5es introdut\u00f3rias. Na realidade, n\u00e3o existe um Estado, um povo, uma na\u00e7\u00e3o, uma l\u00edngua chamada Palestina. Esta \u00e9, apenas e t\u00e3o somente, uma denomina\u00e7\u00e3o que o imperador Adriano atribuiu \u00e0 Judeia, em 137 DC, ap\u00f3s a revolta frustrada de Bar Kochba contra Roma, quando ocorreu a destrui\u00e7\u00e3o definitiva do Estado judaico. E tal denomina\u00e7\u00e3o foi dada, na tentativa de destruir o v\u00ednculo milenar do povo judeu com a terra que este possu\u00eda desde o \u00eaxodo do Egito, no s\u00e9culo XV A.C. Na realidade, \u201cPalestina\u201d significa \u201cregi\u00e3o dos filisteus\u201d, antigos inimigos dos judeus, e que haviam sido extintos pelos persas no s\u00e9culo X A.C.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos dos que fugiram da matan\u00e7a e da captura para servirem como escravos em Roma conseguiram permanecer na terra de Israel, sendo certo que jamais houve um momento sequer na hist\u00f3ria da regi\u00e3o sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condi\u00e7\u00f5es extremamente prec\u00e1rias e perigosas. Desde os prim\u00f3rdios da hist\u00f3ria at\u00e9 os dias atuais, a Judeia e Israel t\u00eam sido as \u00fanicas entidades pol\u00edticas independentes e soberanas entre o Rio Jord\u00e3o e o Mar Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apenas em 638 D.C. um califa \u00e1rabe mu\u00e7ulmano conquistou a regi\u00e3o da Palestina das m\u00e3os dos bizantinos (que haviam sucedido ao Imp\u00e9rio romano do Ocidente) e a anexou ao imp\u00e9rio \u00e1rabe-mu\u00e7ulmano. Os \u00e1rabes, que n\u00e3o tinham nem sequer um nome em \u00e1rabe para a regi\u00e3o, adotaram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como \u201cFalastina\u201d, ou inv\u00e9s de \u201cPalestina\u201d (na l\u00edngua \u00e1rabe n\u00e3o h\u00e1 o som de \u201cp\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a queda do imp\u00e9rio otomano na \u00e9poca da Primeira Guerra Mundial, a Liga das Na\u00e7\u00f5es outorgou \u00e0 Inglaterra o mandato para controlar a regi\u00e3o, que se achava abandonada desde a conquista romana, sendo que a Galileia era uma regi\u00e3o pantanosa e as outras regi\u00f5es infestadas de mal\u00e1ria, como Jafa e Tel-Aviv, isso para n\u00e3o mencionar os desertos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A restaura\u00e7\u00e3o dessa terra come\u00e7ou na segunda metade do s\u00e9culo XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condi\u00e7\u00f5es e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de v\u00e1rias partes do Oriente M\u00e9dio, tanto \u00e1rabes quanto outros. Os ingleses se referiam \u00e0 popula\u00e7\u00e3o judaica de Israel como \u201cjudeus palestinos\u201d e aos \u00e1rabes como \u201c\u00e1rabes palestinos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1917, foi emitida a Declara\u00e7\u00e3o Balfour, confirmada pela Liga das Na\u00e7\u00f5es, por for\u00e7a da qual a \u00e1rea seria aberta \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de assentamentos judaicos. Tamb\u00e9m se determinou que os direitos de todos os seus habitantes (j\u00e1 residentes na regi\u00e3o) seriam preservados e protegidos. Posteriormente, por press\u00e3o dos \u00e1rabes, foi sendo restringida a imigra\u00e7\u00e3o judaica na regi\u00e3o,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1939, os ingleses decidiram proibir toda imigra\u00e7\u00e3o Judaica para a \u201cPalestina\u201d, algo que era constante desde o s\u00e9culo XVIII na regi\u00e3o. Esta proibi\u00e7\u00e3o foi feita no momento em que os judeus mais necessitavam, uma vez que o nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milh\u00f5es de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentra\u00e7\u00e3o e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as c\u00e2maras de g\u00e1s na Europa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas ao mesmo tempo em que os brit\u00e2nicos proibiram a imigra\u00e7\u00e3o judaica, permitiram ou ignoraram a imigra\u00e7\u00e3o ilegal de milhares de \u00e1rabes da Jord\u00e2nia (chamada de Palestina Oriental), S\u00edria, Egito e de v\u00e1rias partes do norte da \u00c1frica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pois bem. A \u201cnarrativa\u201d atual \u00e9 que esses \u00e1rabes h\u00e1 muitos s\u00e9culos j\u00e1 estavam estabelecidos na regi\u00e3o da Palestina, at\u00e9 que \u201cchegaram\u201d os judeus e os \u201cdesalojaram\u201d em 1948. Ora, os judeus l\u00e1 se encontravam desde o s\u00e9culo XV A.C., sendo que as invas\u00f5es isl\u00e2micas ocorreram a partir do s\u00e9culo VII D.C., ou seja, aproximadamente 2.000 anos ap\u00f3s! Como visto acima, os judeus sempre foram titulares da posse e do dom\u00ednio do territ\u00f3rio, apesar das sucessivas invas\u00f5es, e sempre proclamaram publicamente, \u201curbi et orbi\u201d que iriam retomar o territ\u00f3rio (\u201cno ano que vem, em Jerusal\u00e9m\u201d), de modo que os invasores, fossem quais fossem, sempre correram o risco consciente de que, mais dia, menos dia, mais s\u00e9culo, menos s\u00e9culo, teriam que restituir os territ\u00f3rios de que que eventualmente tivessem se apossado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na realidade, a imigra\u00e7\u00e3o de \u00e1rabes para a Palestina durante o Mandato Brit\u00e2nico foi que \u201cdesalojou\u201d os judeus. O aumento massivo da popula\u00e7\u00e3o \u00e1rabe na regi\u00e3o \u00e9 comprovado pela lei criada pela ONU em 1947: \u201cQualquer \u00e1rabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que tenha deixado a regi\u00e3o em 1948, \u00e9 considerado um \u201crefugiado palestino\u201d. Esta \u00e9 a origem dos famosos \u201crefugiados palestinos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, em 1964, o \u201cMovimento para Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina\u201d foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destrui\u00e7\u00e3o de Israel. Foi ele quem inventou a express\u00e3o \u201cpovo palestino\u201d, que, na verdade, n\u00e3o passa de uma genial jogada de marketing pol\u00edtico. Posteriormente, em vista dos acordos havidos, o movimento de Arafat retirou de seu estatuto o objetivo de destruir Israel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em verdade, as organiza\u00e7\u00f5es terroristas n\u00e3o t\u00eam nenhum plano para fundar uma na\u00e7\u00e3o palestina nem nunca ter\u00e3o. Seu intuito \u00e9 armarem-se at\u00e9 os dentes para destruir Israel, matar o maior n\u00famero de judeus poss\u00edvel, e aniquilar a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental, como fazem, entre outros, o Hamas, a Jihad Isl\u00e2mica e o Hezbolah, apoiados e financiados pelo Ir\u00e3, uma ditadura teocr\u00e1tica. Para a m\u00eddia mundial os palestinos prometem paz em troca de territ\u00f3rio, mas para os israelenses esta promessa nunca foi nem nunca ser\u00e1 cumprida. Se o objetivo das entidades terroristas \u00e9 abertamente \u201cdestruir Israel\u201d, como pode algu\u00e9m acreditar que a entrega de terra cessar\u00e1 o conflito? Como dito acima, o obst\u00e1culo por ora intranspon\u00edvel \u00e9 o islamismo fundamentalista. O termo \u201cisl\u00e3\u201d significa \u201csubmiss\u00e3o\u201d. Submiss\u00e3o \u00e0 vontade de Allah. Submiss\u00e3o ao Cor\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fundador do islamismo, Abu al-Qasim Muhammad ibn &#8216;Abd Allah ibn &#8216;Abd al-Muttalib ibn Hasim, mais conhecido entre n\u00f3s como Maom\u00e9, morreu em 632 D.C. e atrav\u00e9s da \u201cjihad\u201d, o Islam, em quest\u00e3o de aproximadamente um s\u00e9culo, se espalhou da Espanha at\u00e9 a India. De acordo com o Isl\u00e3, qualquer territ\u00f3rio, uma vez por ele possu\u00eddo, se vier a ser perdido ou invadido, continua a ser um territ\u00f3rio sagrado. Por conseguinte, \u00e9 imperativo que essas terras sejam recuperadas e novamente submetidas ao Isl\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&#8230; n\u00e3o \u00e9, pois, apenas antissemitismo gratuito, \u00f3dio irracional ou jogo pol\u00edtico o que move milh\u00f5es de mu\u00e7ulmanos pelo mundo afora. \u00c9, na verdade, mandamento do Cor\u00e3o. V\u00ea-se, portanto, que h\u00e1 muito mais coisas na complicada pol\u00edtica do Oriente M\u00e9dio do que se v\u00ea na m\u00eddia escrita, e o modo como a religi\u00e3o \u00e9 ensinada constitui, sem d\u00favida alguma, fator que n\u00e3o se pode descartar em nenhuma an\u00e1lise.<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez o elemento menos compreendido do Isl\u00e3 seja a doutrina da \u201cjihad\u201d (guerra sagrada). O ensinamento cl\u00e1ssico isl\u00e2mico sustenta que o mundo \u00e9 dividido em tr\u00eas esferas: a zona do Isl\u00e3 (\u201cdar al-Islam\u201d); a zona de paz (\u201cdar as-sulh\u201d \u2013 compreendendo as na\u00e7\u00f5es com as quais as na\u00e7\u00f5es mu\u00e7ulmanas t\u00eam tratados de paz); e a zona de guerra (\u201cdar al-harb\u201d &#8211; o resto do mundo). De 1948 at\u00e9 aqui, Israel \u00e9 a bola da vez, pois \u00e9 considerada \u201cdar al-harb\u201d a integralidade do territ\u00f3rio entre o Rio Jord\u00e3o e o Mar Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Historicamente, como \u00e9 l\u00f3gico, esses territ\u00f3rios incluem n\u00e3o apenas Israel, que \u00e9 a \u201cbola da vez\u201d desde 1948, mas grandes por\u00e7\u00f5es da Europa meridional, da Espanha e do Norte da \u00c1frica. Considerando-se que a vontade de Allah consiste em que o mundo todo se submeta \u00e0 lei isl\u00e2mica, os mu\u00e7ulmanos s\u00e3o conhecidos por seu zelo em espalhar sua religi\u00e3o, seja por meios pac\u00edficos ou pela espada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rela\u00e7\u00e3o do Isl\u00e3 com os judeus e o \u00f3dio pregado textualmente no Cor\u00e3o vem desde o tempo de Maom\u00e9 que, insatisfeito com a resist\u00eancia dos judeus que viviam na Ar\u00e1bia, e que n\u00e3o queriam se converter \u00e0 nova religi\u00e3o por ele criada, passou a hostiliz\u00e1-los, a combat\u00ea-los e a nome\u00e1-los como inimigos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As refer\u00eancias \u00e0 perf\u00eddia e \u00e0 inimizade dos judeus para com Maom\u00e9 s\u00e3o in\u00fameras ao longo do texto cor\u00e2nico, e algumas particularmente interessantes na medida em que s\u00e3o usadas ainda hoje pelos pregadores mu\u00e7ulmanos nas mesquitas do mundo todo, particularmente nos serm\u00f5es das sextas feiras, que \u00e9 o dia de descanso dos mu\u00e7ulmanos, correspondente ao s\u00e1bado dos judeus ou ao domingo dos crist\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mencionar a transgress\u00e3o dos judeus que n\u00e3o aceitavam os novos ensinamentos de Maom\u00e9, o Cor\u00e3o diz na Sura 7:166: <em>\u201cE, quando eles, em sua insol\u00eancia, transgrediram (todas) as proibi\u00e7\u00f5es, N\u00f3s lhes dissemos: \u201cSede s\u00edmios desprezados e rejeitados!\u201d<\/em> Essa Sura, ali\u00e1s, vem repetir a 2:65 que logo no in\u00edcio do livro sagrado j\u00e1 diz que Allah amaldi\u00e7oou o povo judeu \u201cSede s\u00edmios desprezados e rejeitados\u201d por terem transgredido o s\u00e1bado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como se n\u00e3o bastasse, na Sura 5:60 o Cor\u00e3o, que \u00e9 a palavra proferida por Allah diretamente a Maom\u00e9, n\u00e3o esque\u00e7amos, e \u00e9 tida como a revela\u00e7\u00e3o final aos homens, equipara judeus a macacos e porcos. Diz: <em>\u201cDeverei apontar-vos algo muito pior do que isso, como retribui\u00e7\u00e3o que recebe de Allah? Os que incorreram no insulto e na f\u00faria de Allah, e aqueles que Ele transformou em s\u00edmios e porcos, aqueles que rezam ao Dem\u00f4nio, estes s\u00e3o (muitas vezes) mais mal classificados e mais extraviados do que os adoradores de \u00eddolos\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas prega\u00e7\u00f5es feitas nas mesquitas \u00e0s sextas feiras, os mul\u00e1s n\u00e3o se cansam de repetir o que o Cor\u00e3o determina, bem como exige, que os fi\u00e9is sigam o exemplo do Profeta que ensinava que os mu\u00e7ulmanos combateriam os judeus at\u00e9 o dia da ressurrei\u00e7\u00e3o ou julgamento final. At\u00e9 l\u00e1 s\u00f3 sobraria um judeu que estaria escondido atr\u00e1s de uma pedra, e a pedra (!) diria aos mu\u00e7ulmanos<em> \u201ch\u00e1 um judeu escondido atr\u00e1s de mim. Venha e mate-o\u201d<\/em>. Isto est\u00e1 num dos mais famosos Hadiths, o de Bukhari, e \u00e9 constantemente citado pelos que insistem em inflamar cora\u00e7\u00f5es e mentes no Oriente M\u00e9dio e em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Cor\u00e3o \u00e9 imut\u00e1vel, n\u00e3o pode ser reescrito, e a interpreta\u00e7\u00e3o dos radicais \u00e9 feita literalmente. Ressalve-se aqui, por uma quest\u00e3o de justi\u00e7a, que h\u00e1, sim, mu\u00e7ulmanos moderados, aqueles que j\u00e1 adotaram o estilo de vida ocidental, com suas liberdades e costumes, ou seja, que se tornaram laicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em conclus\u00e3o, n\u00e3o \u00e9, pois, apenas antissemitismo gratuito, \u00f3dio irracional ou jogo pol\u00edtico o que move milh\u00f5es de mu\u00e7ulmanos pelo mundo afora. \u00c9, na verdade, mandamento do Cor\u00e3o. V\u00ea-se, portanto, que h\u00e1 muito mais coisas na complicada pol\u00edtica do Oriente M\u00e9dio do que se v\u00ea na m\u00eddia escrita, e o modo como a religi\u00e3o \u00e9 ensinada constitui, sem d\u00favida alguma, fator que n\u00e3o se pode descartar em nenhuma an\u00e1lise.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lionel Zaclis<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/421_especial_2_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-65387 alignnone\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/421_especial_2_1.jpg\" alt=\"\" width=\"263\" height=\"245\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/421_especial_2_1.jpg 263w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/421_especial_2_1-145x135.jpg 145w\" sizes=\"(max-width: 263px) 100vw, 263px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formado pela Faculdade de Direito da Universidade de S\u00e3o Paulo, 1969.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Especialista em Direito Processual Civil, PUC\/SP (1973)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mestre em Direito Processual pela Faculdade de Direito da Universidade de S\u00e3o Paulo, 1978.<br \/>\nMen\u00e7\u00e3o honrosa: nota 10 e distin\u00e7\u00e3o na defesa da disserta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Doutor em Direito Processual pela Faculdade de Direito da Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Visiting Scholar da Harvard Law School (2002-2003).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Co-autor da obra &#8220;Coment\u00e1rios \u00e0 Legisla\u00e7\u00e3o Antitruste&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor de diversos trabalhos e artigos publicados em peri\u00f3dicos e revistas jur\u00eddicas especializadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c1reas de atua\u00e7\u00e3o: Contencioso, Contratos, Direito Econ\u00f4mico e Empresarial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O conflito territorial entre israelenses (conhecidos como \u201cjudeus palestinos\u201d antes da independ\u00eancia de Israel) e \u00e1rabes palestinos n\u00e3o configura algo insol\u00favel, desde que se consiga neutralizar a influ\u00eancia do fundamentalismo isl\u00e2mico, apoiado no terror, esta, sim, praticamente insol\u00favel. 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