﻿{"id":70902,"date":"2025-07-26T18:40:29","date_gmt":"2025-07-26T18:40:29","guid":{"rendered":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=70902"},"modified":"2025-08-16T20:28:59","modified_gmt":"2025-08-16T20:28:59","slug":"museu-judaico-de-sao-paulo-exibe-obras-de-anna-bella-geiger-e-hannah-brandt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/?p=70902","title":{"rendered":"MUSEU JUDAICO DE S\u00c3O PAULO EXIBE OBRAS DE ANNA BELLA GEIGER E HANNAH BRANDT"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Mostras paralelas tra\u00e7am conex\u00f5es entre gera\u00e7\u00f5es, identidades culturais e pr\u00e1ticas visuais experimentais<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em><a href=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-71029 size-large\" src=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1-375x250.jpg\" alt=\"\" width=\"375\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1-375x250.jpg 375w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1-203x135.jpg 203w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1-768x512.jpg 768w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1-1536x1023.jpg 1536w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/glorinhacohen.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/457_Fique_3_1.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><\/a>EW 18 com tend\u00eancia neo-concreta [With Neo-concrete Tendency] 1981.<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Cr\u00e9dito: Cortesia [Courtesy] Mendes Wood DM<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <strong>Museu Judaico de S\u00e3o Paulo<\/strong> apresenta uma nova temporada expositiva. Duas mostras apresentam as artistas Anna Bella Geiger e Hannah Brandt, que exploram diferentes t\u00e9cnicas para investigar temas como identidade, mem\u00f3ria, mudan\u00e7a e cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No segundo subsolo, a exposi\u00e7\u00e3o<strong> Anna Bella Geiger \u2014 Limiar<\/strong> apresenta um conjunto de cerca de 60 obras, entre gravuras, v\u00eddeos, objetos e fotografias documentais. Trata-se da primeira individual da artista \u2014 uma das mais importantes da arte brasileira \u2014 em um museu judaico. Com curadoria de <strong>Priscyla Gomes e Mariana Leme<\/strong>, a mostra se organiza em cinco grandes eixos: espa\u00e7os, cria\u00e7\u00e3o-proposi\u00e7\u00e3o, linguagem, desterritorializa\u00e7\u00e3o-transposi\u00e7\u00e3o e imagina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo as curadoras Priscyla Gomes e Mariana Leme, na exposi\u00e7\u00e3o Limiar \u201ca trajet\u00f3ria de Geiger, iniciada nos anos 1950 e ainda intensamente f\u00e9rtil, \u00e9 explorada de maneira transversal, evidenciando recorr\u00eancias tem\u00e1ticas, o emprego de m\u00faltiplas linguagens, a explora\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os compartilhados para a experimenta\u00e7\u00e3o e o constante questionamento do estatuto da obra de arte e seu papel pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mostra abarca s\u00e9ries emblem\u00e1ticas de diferentes per\u00edodos \u2013 de 1962 a 2025 \u2013 tendo como destaque as que exploram a cartografia, o tr\u00e2nsito e as passagens. \u00c9 a partir dessas s\u00e9ries que a ideia de limiar \u00e9 investigada, sendo os atravessamentos e as transposi\u00e7\u00f5es no\u00e7\u00f5es centrais na produ\u00e7\u00e3o da artista. Ao cartografar e transpor, sistemas geogr\u00e1ficos se tornaram uma outra natureza da arte, o fazer da geografia um lugar da arte. Geiger possibilita, por meio de um tra\u00e7ado imagin\u00e1rio de meridianos e paralelos, uma reflex\u00e3o sobre o regional, o local e o global, o presente e o passado, o interior e o exterior, o eu e o outro. Muitos de seus trabalhos tratam diretamente da complexa no\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o, ora subvertendo conven\u00e7\u00f5es cartogr\u00e1ficas, ora tensionando imagin\u00e1rios que organizam hierarquicamente o territ\u00f3rio e a sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e3o presentes Fronteiri\u00e7os, Rrolos-Scrolls, Macios, Pier &amp; Ocean e Rrose S\u00e9lavy, mesmo. Um dos destaques \u00e9 a s\u00e9rie Situa\u00e7\u00f5es-limites (1974) na qual, reprodu\u00e7\u00f5es fotogr\u00e1ficas em preto e branco e inser\u00e7\u00f5es manuscritas, criadas no auge da ditadura civil-militar, ecoam a repress\u00e3o e o autoritarismo de ent\u00e3o, ao mesmo tempo em que insinuam um novo porvir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um registro de 1974, Anna Bella Geiger refletiu sobre sua pr\u00e1tica art\u00edstica: \u201c a imagina\u00e7\u00e3o que me ajuda a colocar meus sentimentos, a sentir o ser-sozinho, a dimensionar a ang\u00fastia da condi\u00e7\u00e3o humana, a sentir o mist\u00e9rio do universo, do tempo, a procurar os centros, as semelhan\u00e7as mais que as diferen\u00e7as, as passagens mais que os contr\u00e1rios, a perceber tudo enfim que povoa meu momento. S\u00e3o estes estados de esp\u00edrito que tento revelar da maneira que sinto mais eficaz\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sentimento impresso em gravuras<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Simultaneamente, no mezanino, a mostra <strong>Hannah Brandt: vejo tudo com o cora\u00e7\u00e3o<\/strong>, se apresenta como uma homenagem ao centen\u00e1rio da artista, completados em 2023. Com curadoria de Ruth Tarasantchi, a individual prop\u00f5e um mergulho na trajet\u00f3ria da obra de Brandt, cuja produ\u00e7\u00e3o consistente explora as possibilidades da gravura. Est\u00e3o presentes temas como paisagens brasileiras, letras do alfabeto hebraico e outros elementos recorrentes em sua obra. O conjunto de 30 obras, selecionadas diretamente de seu ateli\u00ea, inclui parte do acervo doado ao museu ap\u00f3s sua morte, em 2020, consolidando-se como a maior cole\u00e7\u00e3o dedicada \u00e0 artista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrando nos compartimentos, no primeiro n\u00facleo s\u00e3o encontradas as gravuras das letras do alfabeto hebraico, como o alef, o bet, o yali, que podem ter seus significados expandidos a partir dos estudos da Cabala. Se vistas de perto, essas obras demonstram uma riqueza de detalhes excepcional para a t\u00e9cnica da gravura. J\u00e1 no segundo, dedicado \u00e0s paisagens, sendo estas obras com as quais Hannah Brandt ficou conhecida. Com gravuras policrom\u00e1ticas, os trabalhos em destaque nesta se\u00e7\u00e3o denotam a precis\u00e3o t\u00e9cnica da artista, ao produzir m\u00faltiplas matrizes para conferir diferentes efeitos com o uso das cores, como profundidade e volume.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A curadora Ruth Tarasantchi, ressalta que: \u201cEntre seus temas frequentes, est\u00e3o paisagens brasileiras e letras do alfabeto hebraico. Dizia sempre que transmitia seus \u201csentimentos para a madeira\u201d e a intimidade com esse material \u00e9 extrovertida no refinamento t\u00e9cnico e no entalhe acurado, exibindo diferentes veios e texturas t\u00edpicas da xilogravura. Formas din\u00e2micas, profundidade e volume, desafios para essa t\u00e9cnica, s\u00e3o encontrados em todos os trabalhos aqui apresentados&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No terceiro n\u00facleo, duas gravuras se relacionam: Menino de Vars\u00f3via (s.d.) e O Engraxate (1969). A primeira parte de uma foto de 1943, tirada durante o Levante do Gueto de Vars\u00f3via. Brandt isola o menino rendido, destacando seu olhar assustado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao lado, a obra e a matriz de O Engraxate sugerem a vulnerabilidade infantil em contextos distintos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00faltimo n\u00facleo da mostra aborda a tradi\u00e7\u00e3o judaica. Nele, a artista representa temas como o \u00eaxodo, a \u00e1rvore da vida e a hist\u00f3ria de J\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em trecho retirado de entrevista ao N\u00facleo de Hist\u00f3ria Oral do Museu Judaico de S\u00e3o Paulo, realizada em 1998, ela expressa: &#8220;o que eu fa\u00e7o, fa\u00e7o de cora\u00e7\u00e3o, fa\u00e7o o que vem de dentro da minha alma mesmo, o que eu sinto. Sofrimentos ou n\u00e3o, alegrias e tal, \u00e9 aquilo que eu ponho no quadro, mas para construir o quadro eu preciso das formas e sobreformas, apenas para composi\u00e7\u00e3o. Eu fa\u00e7o o esbo\u00e7o num instante, assim, do que eu quero dizer, mas da\u00ed, para fazer a composi\u00e7\u00e3o, eu uso as cores, as formas e as sobreformas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre Anna Bella Geiger<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anna Bella Geiger<\/strong> (Rio de Janeiro, Brasil, 1933) \u00e9 reconhecidamente uma das artistas mais importantes do Brasil. Foi pioneira da videoarte no pa\u00eds e uma das grandes expoentes da primeira gera\u00e7\u00e3o de artistas conceituais latino-americanos. Sua trajet\u00f3ria, marcada por rupturas e pela multiplicidade de meios e assuntos, come\u00e7a na d\u00e9cada de 1950 e primeiros anos da d\u00e9cada de 1960, ligada sobretudo ao abstracionismo informal, conjugando a abertura para o imprevisto, espont\u00e2neo, com um profundo rigor com a forma. A artista segue trabalhando ativamente e sempre com novo frescor, produzindo colagens em diferentes m\u00eddias que revisitam e exploram seus principais temas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre Hannah Brandt<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hanna Henriette Brandt (Essen, Alemanha, 1923 \u2013 S\u00e3o Paulo, Brasil, 2020), que assinava suas obras como Hannah Brandt, foi gravadora, pintora e desenhista. Em 1935, aos 12 anos, imigrou para o Brasil com a fam\u00edlia, fugindo das persegui\u00e7\u00f5es nazistas. Naturalizou-se brasileira em 1941.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Iniciou sua forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica na fase adulta, na d\u00e9cada de 1950, e em 1961 passou a estudar gravura com L\u00edvio Abramo e Maria Bonomi. Foi s\u00f3cia-fundadora do Nugrasp \u2013 N\u00facleo de Gravadores de S\u00e3o Paulo e participou de diversas exposi\u00e7\u00f5es no Brasil e no exterior. Em 1973, recebeu o Pr\u00eamio Itamaraty na 12\u00aa Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo. Suas obras integram importantes acervos nacionais e internacionais, como os do Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo, Museu Nacional de Belas Artes de Santiago do Chile e Museu Judaico de S\u00e3o Paulo \u2014 este \u00faltimo com um extenso conjunto de gravuras, matrizes de xilogravuras e ferramentas de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre o Museu Judaico de S\u00e3o Paulo (MUJ)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Museu Judaico de S\u00e3o Paulo cultiva e apresenta a diversidade das express\u00f5es da cultura judaica em di\u00e1logo com o contexto brasileiro e com o contempor\u00e2neo, dedicando \u00e0 defesa dos direitos humanos e ao combate ao antissemitismo e a todas as formas de preconceito. Fruto de uma mobiliza\u00e7\u00e3o da sociedade civil, o MUJ foi inaugurado em 2021 como o maior museu judaico da Am\u00e9rica Latina e guardi\u00e3o do maior acervo judaico brasileiro. Al\u00e9m de quatro andares expositivos, com exposi\u00e7\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias, o museu realiza festivais liter\u00e1rios, concertos musicais, semin\u00e1rios, debates, publica\u00e7\u00f5es, oficinas e um amplo programa educativo, sempre entrela\u00e7ando perspectivas judaicas e n\u00e3o judaicas. Os visitantes tamb\u00e9m t\u00eam acesso a uma biblioteca com mais de mil livros para consulta e a um caf\u00e9 que serve comidas judaicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anna Bella Geiger \u2014 Limiar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Museu Judaico de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Per\u00edodo expositivo: AT\u00c9 21 de setembro de 2025<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rua Martinho Prado, 128 \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP, segundo subsolo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ingressos: <a href=\"https:\/\/museujudaicosp.org.br\/programacao\/\">museujudaicosp.org.br\/programacao\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrada gratuita<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: Livre<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acesso para pessoas com mobilidade reduzida<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hannah Brandt: vejo tudo com o cora\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Museu Judaico de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rua Martinho Prado, 128 \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP, Mazanino<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ingressos: <a href=\"https:\/\/museujudaicosp.org.br\/programacao\/\">museujudaicosp.org.br\/programacao\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrada gratuita<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: Livre<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acesso para pessoas com mobilidade reduzida<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mostras paralelas tra\u00e7am conex\u00f5es entre gera\u00e7\u00f5es, identidades culturais e pr\u00e1ticas visuais experimentais EW 18 com tend\u00eancia neo-concreta [With Neo-concrete Tendency] 1981. 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