EM EVIDÊNCIA – GENTE QUE ACONTECE E FAZ ACONTECER
Liora Alcalay, Ricardo Berkiensztat, Celia Parnes, Sergio Widder, Raul Meyer, Elisa Nigri Griner, Edgar Lagus, Miriam Vasserman, Gili Vilian, Marcos Knobel, Luiz Kignel, Luciana Feldman, Vivi Szaf, Andrea Levy, Carina Cukierman, George Boraks, Viviane Rawet, Alexandru Solomon, Rodrigue El Khoury, Cônsul Geral do Líbano em São Paulo, Nouha Nader, Lody Brais, Michel Temer, Geraldo Alckmin e Lu Alckmin, Michel Temer, Sua Alteza Imperial e Real e Chefe da Casa Imperial do Brasil Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Rodrigue El Khoury, Cônsul Geral do Líbano em São Paulo e Lilia Frankenthal, dentre outros.
19º SEMINÁRIO DO ENVELHECIMENTO DA FISESP GANHA DIMENSÃO LATINO-AMERICANA
Liora Alcalay, Ricardo Berkiensztat, Celia Parnes e Sergio Widder
A Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) reuniu na Unibes Cultural 325 participantes para a 19ª edição do Seminário do Envelhecimento, que neste ano teve como tema “O Envelhecimento no Século XXI – Direitos e Cuidado”. Com 18 palestrantes e especialistas de diferentes áreas, o encontro discutiu os desafios de uma sociedade cada vez mais longeva, com foco em dignidade, protagonismo, saúde, autonomia, direitos e novas formas de cuidado.
Uma das novidades desta edição foi a participação, pela primeira vez, da JDC – The Joint, que trouxe ao Brasil um grupo de cerca de 30 profissionais de diferentes países da América Latina, ampliando a troca de experiências e dando ao seminário uma dimensão internacional. Participaram representantes de Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, México e Panamá, além de profissionais de outras regiões do Brasil.
Em sua fala de abertura, a presidente da Fisesp, Célia Parnes, propôs uma reflexão sobre a própria maneira de compreender o envelhecimento. A partir do conceito judaico de kavod (honra), defendeu que a longevidade seja encarada não apenas sob a perspectiva das perdas, mas como um novo mapa da vida, que exige repensar educação continuada, trabalho, relações entre gerações, participação social e propósito.
Liora Alcalay, presidente da Unibes, destacou a importância de discutir o envelhecimento diante de uma sociedade cada vez mais longeva e defendeu a construção de caminhos que garantam às pessoas idosas mais autonomia, participação, respeito e dignidade.
O diretor regional do Joint para a América Latina, Sérgio Widder, ressaltou que o envelhecimento das comunidades judaicas integra uma discussão mais ampla sobre as mudanças demográficas na região.
Um dos momentos marcantes do encontro foi a homenagem a Raul Meyer, de 82 anos, por sua trajetória de atuação comunitária. Com passagens por instituições como Fisesp, CIP, Comunidade Shalom e Centro de Cultura Judaica, Meyer é reconhecido especialmente pelo trabalho de diálogo inter-religioso.
B’NAI B’RITH E ELF CELEBRAM NOVA PARCERIA E REALIZAM FÓRUM MULHERES NA POLÍTICA 2026
A B’nai B’rith e o ELF – Empoderamento e Liderança Feminina celebraram a formalização de uma nova parceria institucional, marcando o início de um novo capítulo na trajetória de oito anos do ELF. O encontro, realizado na Sinagoga Beth-El, em São Paulo, reuniu lideranças comunitárias, voluntárias, apoiadores, parceiros e representantes de diferentes instituições.
A condução da noite ficou a cargo de Elisa Nigri Griner, coordenadora do ELF e mestre de cerimônias do evento, que articulou os diferentes momentos da programação, desde a celebração institucional e a assinatura da parceria até a abertura do Fórum Mulheres na Política 2026. A cerimônia contou com manifestações de Abraham Goldstein, presidente da B’nai B’rith Brasil; Edgar Lagus, presidente da B’nai B’rith São Paulo; Ricardo Berkiensztat, presidente executivo da FISESP; Miriam Vasserman, pelo ELF; Gili Vilian, representante do Consulado de Israel em São Paulo; além de Marcos Knobel e Luiz Kignel, conselheiros e apoiadores do ELF.
Na segunda parte da noite, Elisa Nigri Griner fez a transição para o Fórum Mulheres na Política 2026, dando continuidade a uma iniciativa do Advocacy do ELF voltada à participação feminina na vida pública e ao diálogo com diferentes setores da sociedade. Com mediação de Luciana Feldman, coordenadora de Advocacy do ELF, participaram seis candidatas de diferentes partidos: Cris Monteiro (NOVO), Damaris Moura (PSDB), Madeleine Lacsko (Podemos), Marina Bragante (PSB), Mônica Rosemberg (PSD) e Soninha Francine (Cidadania).
JHC E A 4ª EDIÇÃO DO IMPULSE JEWS
Vivi Szaf, Andrea Levy, Carina Cukierman e George Boraks, fundadores da JHC, e Viviane Rawet
Comandada por Andrea Levy, psicóloga, Viviane Rawet, nutróloga, e Vivi Szaf, nutricionista, a 4ª edição foi organizada pelo JHC – Jewish health Care, movimento de profissionais de saúde que se encontram, se conhecem e se apoiam e atualmente conta com 350 membros. Nesse encontro, além de outros temas importantes relacionados à saúde, foi abordado um tema que amamos: como comer bem e aproveitar com leveza e saúde as Grandes Festas que se aproximam.
Foi uma conversa rica, acolhedora e cheia de informação de qualidade sobre escolhas conscientes, equilíbrio, planejamento das refeições de festa e, como não poderia deixar de ser, novos amigos.
ALEXANDRU SOLOMON LANÇA O LIVRO “O TESOURO DOS MENDES”
Alexandru Solomon lança no próximo dia 30 de setembro, às 19h, no Iate Clube de Santos, o livro “O Tesouro dos Mendes, sobre uma história que começa em SP. Um aluno esforçado de um colégio. Seria esse o Colégio Rio Branco. Pode ser. Num sonho dele aparece um ancião que o intima a resgatar um tesouro que pertenceu à família Mendes. Ocorre que o sobrenome dele é Mendes. Os irmão Mendes pertenciam a uma família de marranos, nos trevosos anos das perseguições da Inquisição.
O sonho parece fazer sentido, mesmo porque repete-se três vezes. Isso desperta a curiosidade do professor de história, o qual curiosamente possui as iniciais do autor.
Outro interessado é o pai do garoto , que enxerga nisso a possibilidade de se livrar de um chantagista. E começa a « caça ao tesouro « que passa por Paris e… com a ajuda de um ser sobrenatural a expedição chega na Romênia, mas nada é fácil. Surgem obstáculos nesse thriller cujo final, por óbvio só será conhecido pelos leitores.
SOBRE O AUTOR
Alexandru Solomon nasceu na Romenia num distante 1943.
Deu com os costados no Brasil em 1960. Concluiu o então curso colegial no colégio Rio Branco. Ingressou no ITA e graduou-se em Engenharia Eletrônica.
Iniciou sua carreira nos anos heroicos da Embratel. Sua carreira como engenheiro e mais tarde empresário, exigiu viagens internacionais. No meio disso , graduou-se em Administração financeira na FGV, obtendo o mestrado na área.
Na virada do século ou do milênio, como queiram, a exemplo do engenheiro que virou suco, tornou-se engenheiro que virou escritor. Foram até agora 17 livros , várias premiações no Brasil e no exterior. O mais recente trabalho pede passagem. O TESOURO DOS MENDES.
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ASSOCIAÇÃO CULTURAL BRASIL-LIBANO CELEBRA 150 ANOS DA VISITA DE DOM PEDRO II AO LÍBANO
Rodrigue El Khoury, Cônsul Geral do Líbano em São Paulo, Nouha Nader, Lody Brais e Michel Temer
Em uma noite histórica de reencontro entre dois povos, o Clube Atlético Monte Líbano de São Paulo recebeu na última terça-feira, 1º de setembro, a solenidade oficial de comemoração dos 150 anos da visita do Imperador Dom Pedro II ao Líbano.
O evento promovido pela Associação Cultural Brasil-Líbano marcou os 150 anos da passagem do monarca brasileiro por terras libanesas em 1876, a bordo do navio Aquila Imperial. Uma viagem que encantou o Imperador e deu início à imigração libanesa para o Brasil, hoje a maior comunidade de origem libanesa fora do Líbano, com cerca de 10 milhões de descendentes.
Presenças ilustres abrilhantaram a noite e foram recepcionadas por Lody Brais, presidente da Associação-Cultural Brasil-Líbano, dentre as quais o Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, e sua esposa Lu Alckmin, o ex-Presidente da República, Michel Temer, Sua Alteza Imperial e Real e Chefe da Casa Imperial do Brasil Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, e Rodrigue El Khoury, Cônsul Geral do Líbano em São Paulo, além de empresários e membros da comunidade libanesa.
ADVOGADA CRIMINALISTA LILIA FRANKENTHAL LANÇOU “O ANTISSIONISMO IMPOSSÍVEL” NA UNIBES CULTURAL
A advogada criminalista e presidente da Aviva18, Lilia Frankenthal, lançou na Unibes Cultural o livro “O Antissionismo Impossível – História, Direito e Crime na Negação da Autodeterminação Judaica” (“The Impossible Anti-Zionism – History, Law, and Crime in the Denial of Jewish Self-Determination”). Ao reunir história, direito penal comparado e análise da linguagem, a obra explora os significados e as consequências da negação da existência nacional do povo judeu desde a criação do Estado de Israel, em 1948, um debate que a autora considera central e frequentemente negligenciado.
Ao longo de 25 capítulos organizados em duas partes – memória e sobrevivência, e direito, antissemitismo e antissionismo – o livro percorre da destruição do Primeiro Templo às Leis de Nuremberg, do julgamento de Nuremberg à Convenção do Genocídio, e do direito comparado de países como Alemanha, França, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Brasil até o uso de códigos e linguagem velada para disseminar ódio contra judeus na internet. A obra também dedica um capítulo específico à legislação brasileira, com foco na Lei 7.716/1989, no crime de injúria racial e nos limites entre crítica legítima a Israel e discurso de ódio.
Outro ponto em destaque do livro é a distinção entre criticar políticas de um governo e negar a legitimidade nacional de um povo. Para Frankenthal, a crítica a Israel é legítima e necessária em qualquer democracia. No entanto, a autora argumenta que o antissionismo contemporâneo, ao se recusar a responder o que propõe para o Estado judeu já existente, opera como uma atualização de antigas calúnias antijudaicas, da acusação de deicídio ao mito do controle global, passando pelo libelo de sangue. “Há uma diferença entre criticar um Estado e negar a legitimidade nacional de um povo. Há uma diferença entre dizer que o governo israelense errou e dizer que Israel não deveria existir. Eu não escrevo contra a crítica. Escrevo contra a substituição”.










