EM EVIDÊNCIA – GENTE QUE ACONTECE …

E faz acontecer como Paula Lottenberg, Luciana Temer, Miriam Vasserman, Daniel Kignel, Celia Parnes, Denise Antão, Ale Edelstein e seus filhos Martin e Isa, Gustavo Kurlat, Mario e Angela Fleck, Ricardo Berkiensztat, Luiz Maria Creckler, Gustavo Bordé, Pablo de Angelis, Marcos Knobel, rabino Motl Malowany, Dila Oliveira, Oscar Magrini, Roberto Mac Lennan, Claudio Tozzi, Fabrizio Domingues Stanoga, Fernando Jacob e Suzanne Jacob, Marly Parra, Edgar Lagus e Lorena Alves Lacerda, dentre outros.


Luciana Temer fala sobre violência sexual contra crianças e adolescentes em evento do Grupo de Empoderamento de Liderança Feminina (ELF- Fisesp)

Paula Lottenberg, Luciana Temer, Miriam Vasserman e Daniel Kignel

A Federação Israelita do Estado de São Paulo, por meio do Grupo de Empoderamento de Liderança Feminina (ELF- Fisesp) , recebeu no dia 07 de julho, na sede da Fisesp, a diretora presidente do Instituto Liberta, Luciana Temer, para um debate com o tema “Violência sexual contra crianças e adolescentes” que contou com a moderação do advogado e diretor da FISESP, Daniel Kignel.

Advogada e professora de direito, Luciana apresentou dados assustadores sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil onde quatro meninas menores de 13 anos são estupradas por hora. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 67% dos estupros acontecem dentro da residência e 86% são praticados por pessoas próximas, normalmente em relações intrafamiliares.

“Apesar do absurdo número de vítimas o tema sempre foi invisibilizado pela sociedade. A violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil sempre foi gigante e agora estamos começando a enxergá-la por que os abusos estão sendo denunciados”, alertou.

Em 2009 foi aprovada a Lei 2015/09 que altera os crimes contra a dignidade social e estabelece uma pena maior para o estupro de vulnerável. “Apesar da Lei os casos de violência contra a criança continuaram crescendo. Como a Luciana destacou, o importante é a educação e uma política pública voltada à conscientização dos pais e dessas crianças, para que saibam se proteger e evitar esse tipo de situação que é inaceitável”, pontuou o advogado Daniel Kignel.

Equipe da Fisesp recebe Celia Parnes e Denise Antão

Luciana também contou sobre o surgimento do Instituto Liberta no final de 2016, resultado do desejo do filantropo Elie Horn, que assumiu o compromisso de doar parte do seu patrimônio pessoal para causas sociais e elegeu como grande missão combater a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil.

“Trabalhamos com vários assuntos ligados à violência doméstica em nosso Grupo ELF, e a violência contra crianças e adolescentes faz parte deste contexto. Luciana Temer tem um conhecimento fantástico e faz um trabalho admirável. Por esse motivo resolvemos convidá-la para falar sobre esse importante tema”, destacou Miriam Vasserman, vice-presidente da Federação e diretora Grupo de Empoderamento de Liderança Feminina (ELF- Fisesp).

Ao final do evento Luciana deixou sua mensagem aos presentes: “Precisamos ser a voz de crianças e adolescentes que hoje não tem voz. Então peço a todos que entrem no site https://www.agoravocesabe.com.br/ e façam parte desta importante campanha”.

Assista o evento em: https://youtu.be/pQFL9fg2Qz4


Ale Edelstein faz show beneficente em prol da CIP e da UNIBES

Ale Edelstein divide o palco com os filhos Martin e Isa

Ale Edelstein, chazan da Congregação Israelita Paulista (CIP),desfilou toda a sua versatilidade durante o show beneficente “Por isso é que eu canto”, que lotou a Unibes Cultural no Domingo, 26 de Junho.

Com direção artística de Gustavo Kurlat, e a participação de músicos convidados que acompanharam o cantor durante a pandemia, o espetáculo trouxe canções israelenses, do cancioneiro brasileiro e também em espanhol e inglês, com um setlist que reuniu sucessos de Lulu Santos, Raul Seixas, Gilberto Gil, Simon e Garfunkel, Beatles e Mercedes Sosa, além dos israelenses Idan Raichel e David Broza, entre outros.

“Após quase dois anos de pandemia e de confinamento, a apresentação convidou o público a refletir sobre o resgate da espiritualidade, a conexão com a arte e principalmente com a música, levantando questões sobre como a música nos toca, qual o canal afetivo que ela percorre até nossa alma e qual é esse fio invisível que a música utiliza para tocar nosso coração”, destacou Ale.

“Foi uma feliz coincidência poder estar no palco justamente no dia do meu aniversário e fazer uma das coisas que eu mais gosto, que é cantar. Deu para perceber como todos estavam precisando desse momento e foi lindo conseguir entregar isso e receber tanta energia boa em troca”, complementou o chazan.

“O Ale é uma representação típica dos valores que a CIP representa, com sua carreira dedicada a ensinar, proporcionar alegrias, tocar corações, emocionar e inspirar. O show, no qual ele reuniu músicas que foram cantadas no complemento da liturgia durante a pandemia, representou tudo isso muito bem!”, disse o presidente da CIP, Mario Fleck (na foto com sua esposa Angela).

Como já era de se esperar, a noite terminou em grande estilo com a presença de Isa e Martin, filhos de Ale, que dividiram o palco com o músico, e com o público aplaudindo em pé e pedindo bis.


Consulado da Argentina, Fisesp e Hebraica promovem ato pelos 28 anos do atentado contra a AMIA

Representantes do governo argentino e lideranças judaicas do Brasil participaram no último dia 14 de julho, na Sinagoga da Hebraica de São Paulo, de um Ato em Memória pelos 28 anos do atentado do atentado ao prédio da AMIA, organizado pelo Consulado Geral e Centro de Promoção da República Argentina, Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e a Hebraica.

O ataque ao prédio da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), ocorreu em Buenos Aires em 18 de julho de 1994, matando 85 pessoas e ferindo centenas. Foi o atentado mais mortal da Argentina, que possui a maior comunidade judaica da América Latina, e a sexta do mundo fora Israel. Até hoje os culpados permanecem impunes.

A cerimônia foi conduzida pelo presidente executivo da Fisesp, Ricardo Berkiensztat e contou com discursos do cônsul geral da Argentina em São Paulo, Luiz Maria Creckler, do Governador da Província de Entre Rios, Gustavo Bordé, do encarregado da Embaixada, Pablo de Angelis, do presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Marcos Knobel e do rabino do Centro Cultural Israelita Knesset Israel, Motl Malowany.

Em suas falas, todos destacaram a importância de que o atentado à Amia, considerado o maior ataque terrorista já ocorrido na Argentina e que vitimou pessoas inocentes no coração de Buenos Aires, jamais seja esquecido. Os líderes também frisaram a incessante busca por justiça, para que as famílias das 85 vítimas possam ter uma resposta para aquele fatídico 18 de Julho.

O Governador de Entre Rios, Gustavo Bordé, importante destino para a imigração judaica na Argentina, falou sobre o relevante Projeto de Lei apresentado há cerca de duas semanas, que tornará Entre Rios a primeira província argentina a ter uma Lei contra o antissemitismo e a discriminação.

O presidente da Fisesp, Marcos Knobel, fez um alerta à todas as comunidades judaicas do mundo, e em especial à brasileira: “Imaginem se tivéssemos um ataque ferindo dezenas de pessoas em nosso querido clube A Hebraica?. Parece muito distante, inimaginável, mas foi o que aconteceu com o Edifício da AMIA, aqui ao lado do Brasil, em uma comunidade parecida com a nossa. O atentado foi há 28 anos, mas até hoje temos uma ferida difícil de cicatrizar e que serve de advertência a todos nós, para que a comunidade judaica mundial nunca baixe a guarda e esteja sempre alerta e preparada para qualquer atitude hostil. Um ataque como este não afeta a apenas a população judaica local, mas sim os judeus de todo o mundo”.

“O que vamos fazer pelas vítimas?, questionou o rabino Malowany. Vamos transformar nossas ideias e pensamentos em atitudes. Não podemos nos calar, temos que falar, e trazer mais luz a este mundo escuro. Devemos utilizar as nossas ferramentas para construir pontes, e não para dividir e separar”, concluiu.


Oscar Magrini prestigia 50 anos de Dila Oliveira

Fundadora do Instituto Future Mind celebrou mais um ano de vida no Quattrino Restaurante, em São Paulo

Dila Oliveira e Oscar Magrini

A empresária, galerista, palestrante e apresentadora Dila Oliveira celebrou seus 50 anos em um jantar, no Quattrino Restaurante, em São Paulo. Ela escolheu 50 amigos especiais para comemorar a data, dentre eles: Roberto Mac Lennan, Claudia Martinez, Jorge Lima e Rosângela Lima, Claudio Tozzi, Fabrizio Domingues Stanoga, Fernando Jacob e Suzanne Jacob, Marly Parra e Oscar Magrini, amigo e compadre da empresária há mais de 20 anos. O ator, inclusive, pousou ao lado dela com o bolo em mãos e muita alegria.

“Foi uma noite maravilhosa! Sinto que o melhor da vida ainda está por vir. Sou extremamente grata com tudo que construí e vejo uma versão cada vez melhor de mim!”, declarou Dila.

A galerista celebra mais um ano com diversas conquistas. Recentemente, junto a Roberto Mac Lennan, Sidney Araújo e Marly Parra, fundou o Instituto Future Mind, uma instituição sem fins lucrativos que tem como propósito, através da educação e conhecimento, ajudar a construir um mundo melhor. Gerando aprendizado para crianças e jovens carentes, que não têm a oportunidade de escolher seus próprios futuros.

Crédito da foto: Priscilla Mafra


A B´nai B´rith do Brasil marcou presença no Ato Interreligioso de afirmação do direito à vida dos povos indígenas

A B´nai B´rith do Brasil, representada pelo seu vice-presidente, Edgar Lagus, marcou presença no Ato Interreligioso de afirmação do direito à vida dos povos indígenas realizado no sábado na Catedral da Sé. Na ocasião, foram homenageados o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips, assassinados na Amazônia.

Estavam presentes Beatriz Matos, viúva de Bruno, e Alessandra Sampaio, viúva de Dom, além de membros de comunidades indígenas diversas. O evento contou também com a presença de representantes de uma pluralidade de religiões, crenças, grupos, etnias e da sociedade civil, defensores dos direitos humanos.


Livro que ensina o caminho para viver com qualidade foi lançado em SP por Lorena Alves Lacerda

O livro “Viva o despertar para uma nova vida”, publicado pela editora Literare Books International, foi lançado na Livraria da Vila, do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. A obra é de autoria de Lorena Alves Lacerda, escritora, mentora e master coach de executivos.

De forma leve e fluida, a autora ensina tudo o que aprendeu em relação aos pilares Corpo, Mente e Espírito após três anos de tratamento para a cura de um câncer. O livro é dividido nesses três pilares, que devem ser cuidados de forma simultânea.

Lorena convida cada leitor a fazer uma análise de sua própria vida, assim como de tomar a decisão de elevar esses pilares para um nível mais alto de satisfação, de equilíbrio.

Os interessados em ler “Viva o despertar” pode adquiri-lo pelos sites da editora Literare Books, Amazon e demais livrarias físicas e plataformas digitais.

Parte da renda da venda dos livros será revertida pela autora para o Instituto Viva o Despertar, que em breve acolherá mulheres em tratamento de câncer de mama, oferecendo terapias complementares para que tenham melhor qualidade de vida e sucesso no processo de cura.

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